Já está a ser. Uma data de comércio a encerrar, cartões de crédito cancelados pelos bancos, e por aí fora. Aquilo vive de dinheiro de plástico e finança e o rombo vai ser grande.
Mas há quem ganhe muito com estas crises e esta sabe-se de onde veio. Alguém tinha de pagar a guerra.
O que é incrível é a série de países árabes a deitarem a mão e a comprarem parte de grandes bancos europeus.
Claro, mas desses já se sabia, a crise começou lá.
A questão do FED e do governo americano nesta treta é que parece não ser tão simples.
Não sei. Tenho uma série de informações contraditórias. Agora os grandes bancos europeus a serem comprados por Singapura ou pelas arábias, sim. E isso era impensável há pouco tempo. A falirem assim, de um dia para o outro, os maiores do mundo.
escrevi eu em tempos (modéstia à parte e passe a publicidade):
"A necessidade de políticas redistributivas e igualitárias em termos mundiais não parece ser apenas um imperativo de natureza moral.
Neste momento, essa necessidade começa a ser também um imperativo de eficiência e funcionalidade do próprio capitalismo.
Poucos ricos cada vez mais ricos (e cada vez mais poucos) face a milhões de pessoas (cada vez mais milhões) a ganhar comparativamente cada vez menos dinheiro conduz a crises brutais de procura de bens e serviços e a recessões económicas mundiais de grande dimensão."
O problema é que já nem é coisa derivada de dinheiro da banca mas de empréstimo baseado em empréstimo de empréstimo de .... por aí fora. Ar que se vende, ar que se compra, ar de que se vive.
E até foi para despachar excesso de papel despachado por sua vez pelo governo para FED e FED para bancos que estes tiveram de o despachar para oferecer casas a quem as não pode pagar.
E agora vão ter inventar mais produtos para despacharem o que não conseguem a quem os pode pagar...
O exemplo aí em França do tipo que arruinou o banco, foi comentado pelos toinos dos franceses como um herói à Robin Wood. A parvoeira é que se esquecem que quem paga são os "pobres". Já que ele roubou para ele.
Aliás, se houvesse mais pobres até havia menos crises destas...
ehehe
Pois se qualquer um pode viver endividado para imitar os ricos, que se estava à espera. Só pode rebentar. Basta deixarem de poder pagar essas riquezas todas que lhes oferecem de mão beijada para irem aos milhares para a rua e virem as falências.
è por isso que estas coisas atacam menos os campónios que são quem menos confia em bancas e os que têm menos facilidades de empréstimo.
Quanto mais plástico mais rico endividado e pobre também. Por cá é meio mundo a crédito.
The report goes on to say that we are entering a period for which there is no historic precedent. Any comparisons with previous situations in our modern economy are invalid.
We are not experiencing a "remake" of the 1929 crisis nor a repetition of the 1970s oil crises or 1987 stock market crisis.
What we will have, instead, is truly a global momentous threat - a true turning point affecting the entire planet and questioning the very foundations of the international system upon which the world was organized in the last decades.
Das duas uma. Ou esse é o início da derrocada do Império Americano, ou seremos testemunhas da III Guerra Mundial.
9 comentários:
Já está a ser. Uma data de comércio a encerrar, cartões de crédito cancelados pelos bancos, e por aí fora. Aquilo vive de dinheiro de plástico e finança e o rombo vai ser grande.
Mas há quem ganhe muito com estas crises e esta sabe-se de onde veio. Alguém tinha de pagar a guerra.
O que é incrível é a série de países árabes a deitarem a mão e a comprarem parte de grandes bancos europeus.
Náo só europeus, Zazie, americanos também.
Os intermediários e afins, que estão a lucrar em grande com a sobresobreinflação do crude, vão acabar, tal como os países produtores, a 'comer areia'.
Claro, mas desses já se sabia, a crise começou lá.
A questão do FED e do governo americano nesta treta é que parece não ser tão simples.
Não sei. Tenho uma série de informações contraditórias. Agora os grandes bancos europeus a serem comprados por Singapura ou pelas arábias, sim. E isso era impensável há pouco tempo. A falirem assim, de um dia para o outro, os maiores do mundo.
escrevi eu em tempos (modéstia à parte e passe a publicidade):
"A necessidade de políticas redistributivas e igualitárias em termos mundiais não parece ser apenas um imperativo de natureza moral.
Neste momento, essa necessidade começa a ser também um imperativo de eficiência e funcionalidade do próprio capitalismo.
Poucos ricos cada vez mais ricos (e cada vez mais poucos) face a milhões de pessoas (cada vez mais milhões) a ganhar comparativamente cada vez menos dinheiro conduz a crises brutais de procura de bens e serviços e a recessões económicas mundiais de grande dimensão."
Mas nada disto teve a ver com economia, Tim.
O problema é que já nem é coisa derivada de dinheiro da banca mas de empréstimo baseado em empréstimo de empréstimo de .... por aí fora. Ar que se vende, ar que se compra, ar de que se vive.
E até foi para despachar excesso de papel despachado por sua vez pelo governo para FED e FED para bancos que estes tiveram de o despachar para oferecer casas a quem as não pode pagar.
E agora vão ter inventar mais produtos para despacharem o que não conseguem a quem os pode pagar...
O exemplo aí em França do tipo que arruinou o banco, foi comentado pelos toinos dos franceses como um herói à Robin Wood. A parvoeira é que se esquecem que quem paga são os "pobres". Já que ele roubou para ele.
Aliás, se houvesse mais pobres até havia menos crises destas...
ehehe
Pois se qualquer um pode viver endividado para imitar os ricos, que se estava à espera. Só pode rebentar. Basta deixarem de poder pagar essas riquezas todas que lhes oferecem de mão beijada para irem aos milhares para a rua e virem as falências.
è por isso que estas coisas atacam menos os campónios que são quem menos confia em bancas e os que têm menos facilidades de empréstimo.
Quanto mais plástico mais rico endividado e pobre também. Por cá é meio mundo a crédito.
The report goes on to say that we are entering a period for which there is no historic precedent. Any comparisons with previous situations in our modern economy are invalid.
We are not experiencing a "remake" of the 1929 crisis nor a repetition of the 1970s oil crises or 1987 stock market crisis.
What we will have, instead, is truly a global momentous threat - a true turning point affecting the entire planet and questioning the very foundations of the international system upon which the world was organized in the last decades.
Das duas uma. Ou esse é o início da derrocada do Império Americano, ou seremos testemunhas da III Guerra Mundial.
É o fim da Revolução Industrial.
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