domingo, janeiro 15, 2006

O Admirável Mundo da Rita Lina...

Os textos que se seguem são meras traduções de artigos originariamente escritos em inglês (portanto, quem preferir ler no original, basta-lhe seguir o link). Reflectem um horizonte inquietante, sobretudo para quem tem filhos em idade escolar ou pré-escolar. Sabemos como as modas americanas se tornam rapidamente modas mundiais. Que sirva como alerta e estímulo à reflexão. Cada qual tire as suas conclusões. "Normalidade" é muitas vezes um subterfúgio para a "uniformização". Procusta, afinal, parece que continua vivo. E bem vivo.
Por outro lado, sou testemunha disso, não há cabeleireira, lojista ou sopeira deste país, devidamente mestradas em televisão e revistas lixo, que, ao depararem-se com uma criança mais viva, não diagnostiquem logo peremptórias e vigilantes: "Ah, mas ele é hiperactivo!..." Ora, isto sim, tanto ou mais que a veracidade dos artigos, é preocupante.

« Controlo da Actividade da Criança: Hiper ou Hipo


Baseado na minha experiência pessoal – três filhos e muitos anos de ensino -, o meu diagnóstico sobre crianças mais ou menos activas do que o “normal” conclui que estas características têm como causa dois factores: a vida familiar e a dieta alimentar, sendo a primeira o aspecto mental e a segunda, o físico.

Normalmente, uma vida familiar feliz, com a presença de um pai e de uma mãe (cada um de seu sexo) dá origem a uma criança equilibrada e mentalmente segura, que lida bem com a vida escolar. Lares desestabilizados e destruídos dão origem a crianças agitadas e mentalmente inseguras. Na verdade, a questão é tão simples como isto. Durante anos observei os alunos como uma gravação viva da sua vida familiar: o homem é um produto do meio. Neste drama, a televisão desempenha um enorme papel, já que a criança média despende com este dispositivo idiota mais de cinco horas diárias. Obviamente, os pais mais sensíveis concordam com o facto de que a maioria dos programas televisivos são lixo.

Desde há muitos anos que médicos e cientistas sabem que, para permanecer saudável, o organismo humano necessita de certos nutrientes, vitaminas, etc; omita-se qualquer um destes elementos e ter-se-á como consequência provável o desenvolvimento de um problema. Acrescentem-se outros elementos que alterem a mente e/ou o corpo e ter-se-á como consequência problemas sérios. Na minha sala de aula, os dois principais elementos quer causaram problemas foram os açúcares e a cafeína. Ambos os elementos aumentam a actividade das crianças; sobretudo no que se refere ao açúcar, constata-se que é brutal a queda de energia quando o seu abastecimento se esgota. A falta de açúcares e farinhas brancas refinadas reflecte-se bem no rosto. Esta é a razão mais provável pela qual as crianças oscilam entre alta e baixa actividade, não se registando, nunca, um nível de actividade normal.

Quase todas as escolas têm em abundância máquinas de junk-food. Um restaurante de junk-food encontra-se sempre por perto. É da responsabilidade dos pais e dos nossos administradores das escolas removerem estas fontes de interrupção escolar. Ano após ano, tenho vindo a testemunhar a vinda de alunos até à sala em que se encontram estas máquinas através do telhado; quando os puxo para baixo, a campainha toca e lá voltam eles à carga. Vi um rapaz a sorver meio litro de chá, o que constitui uma bomba de cafeína. Ao almoço e nos intervalos encontram-se petiscos saturados de açúcar por todo o lado.

Uma vez que são os pais e administradores das escolas que devem controlar a dieta das crianças, a culpa de ambos os excessos recai sobre eles.
Doses potentes de açúcar provocam a seguinte agressão no organismo: quando este detecta o excesso de açúcar, movimenta-se no sentido de o neutralizar; desta forma, quando o açúcar é queimado, o organismo fica com uma dose excessiva de neutralizador, equivalente a um choque de insulina. Em resumo: o excesso de açúcar provoca no organismo uma reacção de ioió.

Os professores parecem ter um perfeito desconhecimento desta causa-efeito, catalogando, de imediato, a criança como sendo anormal e requerendo tratamento.

Tendo em conta o acima exposto, não é de admirar que os alunos apresentem “picos” de actividade altos e baixos ou, mesmo, a inexistência de actividade. Porque ignoram esta causalidade, os professores dizem que a criança não é normal e o psiquiatra dá-lhe drogas. Desta forma, as crianças tornam-se viciadas; sim, viciadas, toxicodependentes, e são milhões delas! Hillary impingiu às escolas os objectivos para 2000, e os seus administradores engoliram a xaropada. Pois bem, os objectivos para 2000 tornam legal que os professores administrem Ritalina, Prozac e Valium aos alunos, sem necessidade de prescrição médica, com a simples obrigação de notificação dos pais da criança. Agora, a parte mais chocante: A Ritalina é mais ou menos a mesma coisa que a cocaína: provoca um vício permanente e lesões cerebrais.

As crianças muito activas não são nem más nem doentes, mas saudáveis; as crianças inactivas não são, necessariamente, doentes. Verifiquem a sua vida familiar e dieta, mas pensem três vezes antes de deixarem que o governo tome conta da situação. Ultimamente, a América tem vindo a evidenciar influências nazis, ao tirar as crianças aos pais. Este é um perigoso precedente contra o qual está a ser avisado.

O açúcar, a cafeína e a nicotina são hábitos definitivamente formados. A cafeína é eliminada pelo organismo em dez dias, mas o açúcar e a nicotina provocam um vício extremamente difícil de vencer. Um ex-viciado nestas duas substâncias afirmou que é mais fácil abandonar o vício da cocaína do que o da nicotina.

O açúcar, a cafeína e a nicotina têm tamanha influência nos hábitos mentais de alimentação e resposta que lhes dei o nome de BBK menores no meu livro Age of the Mind. Os BBK maiores são as substâncias pesadas como a cocaína e a sua rija e hedionda irmã: a Ritalina. Os BBK são assassinos do organismo e do cérebro. Agora, sabem o que penso acerca do excesso de açúcar e da comida lixo açucarada.

Os BBK menores dão lugar aos maiores. Depois de terem sido apanhados pelas substâncias menores, facilmente são apanhados pelas maiores, com a ajuda da sempiterna televisão. Durante cinco horas diárias, as crianças observam as personagens da televisão a comerem abundantes quantidades de junk-food e a tomarem comprimidos para todo o tipo de dores quer nunca existiram. Desta forma se lhes faz uma lavagem cerebral a fim de que comam algo que os excite para, depois, tomarem algo que os acalme. Os vendedores de açúcar, os psiquiatras e as companhias de substâncias químicas fazem milhões à custa dos hábitos das nossas crianças.


Juntamente com a influência dos BBK, a televisão frita a mente humana. As crianças viciam-se na televisão, sendo incapazes de viver por si mesmas, mantendo-se em paz consigo próprios. A televisão impede as crianças de aprender a pensar por si mesmas. O facto de a televisão pensar por elas tem como desígnio torná-las imbecis, imprimindo-lhes constantemente nas mentes maleáveis e moldáveis os desejos dos vendedores.

Somando todos estes factores obtém-se uma dose poderosa. O facto de o açúcar, a cafeína e a nicotina serem constantemente impingidos pela televisão ajusta-se a uma mente jovem receptiva e controlada. Os BBK menores crescem até se transformarem em BBK maiores. Desde já refiro que considero o álcool um BBK maior.

A tudo isto junte-se uma outra influência, desta vez clandestina. Mantenha a mente aberta; não se apresse a catalogar este assunto com a sua indiferença favorita. Fiz muitas pesquisas, estou bem documentados sei do que estou a falar. Desde há três séculos que uma elite de governo invisível, encoberta, tem vindo, gradualmente, a controlar o mundo. Afirmações recentes indicam que o seu programa está quase completo. Ora, um dos seus necessários objectivos é o total controlo da mente. É muito fácil verificar este assalto nas nossas escolas. Às mãos de Hillary Clinton, os Objectivos para 2ooo têm vindo a forçar a entrada em todas as escolas, provavelmente de forma inconstitucional. Os Objectivos para 2000, também conhecidos como OBE ( Resultados da Educação Básica) tornaram legal a administração de Ritalina, Prozac e Valium às crianças, sem que os seus pais cheguem a ter conhecimento disso. Assim, somando todos os aspectos desta história, chegamos à conclusão de que temos milhões de crianças que tomam Ritalina. Se apanhados, e sabendo como isso pode tão facilmente acontecer, teremos, muito brevemente, uma nação de drogados. Ora, os viciados fazem qualquer coisa que lhes digam para fazer por uma dose fixa. A agenda da elite governamental está quase completa.

Pode começar a romper este círculo vicioso começando por deixar de ver televisão. De seguida, compre bons livros e revistas como a National Geographic. Compre um piano e alguns livros sobre música, arte e línguas estrangeiras.. Pelo menos com a minha família esta estratégia resultou; quando mudei de casa deitei a televisão para o lixo.

A administração de Ritalina a crianças dá lugar a que se erga uma bandeira de precaução bem visível. Se a Ritalina é mais perigosa do que a cocaína porque é que foi tornada legal – e talvez, até, recomendada – pelos Objectivos para 2000? Esta é a “Aldeia Global” que Hillary Clinton nos pretende impingir. Foi a legislação federal que tornou legal os professores administrarem Ritalina aos alunos sem prescrição médica, tendo como única obrigação a notificação dos pais acerca do sucedido. Estes simples factos deveriam ser suficientes para mostrar a todos que os objectivos para 2000 são tudo menos bons, parecendo reflectir o carácter moral do Presidente Clinton.

Na síntese que se segue, leia a documentação que refere que o uso da Ritalina torna as crianças suicidas e perigosas. Este último facto acrescenta lenha à fogueira que representa a questão que pesquisamos neste site de educação: É a Ritalina que mata as nossas crianças? Até ao momento a resposta é afirmativa. Contudo, precisamos de mais casos e cartas que constituam provas documentais. É, pois, convosco, mães marcharem até ao congresso, pois esta parece ser a nossa única esperança de limpar o chão legislativo do nosso país. A “Milícia da Cozinha” sabe como fazer esse trabalho. Nós devemos ficar por detrás e empurrar-vos, dar-vos apoio. O tempo urge. Em Novembro devemos encher cerca de metade do congresso com pessoas que sabem como manter o chão limpo. Lá, temos que obrigar o congresso a pontapear Clinton, a expulsá-los, a Clinton e a Gore, para fora da cidade. Certifiquem-se de que esta comparência no congresso faz parte da vossa lista de afazeres relativa às crianças. Afinal, a NOSSA constituição – ou o que resta dela - , diz que o Congresso trabalha para nós. Assim, digam-lhes de vossa justiça, minhas senhoras! A mim não me ouvem.»
(Síntese de Forest Glen Durland)

Tendo como finalidade que este seja um estudo completo sobre a questão da droga e as crianças americanas, este trabalho de Dennis Clarke é, realmente, revelador, senão, mesmo, assustador. Os pais não podem deixar de se perguntar o que é que o NOSSO governo está a fazer às suas crianças. Em 1995, mais de dois milhões de crianças eram viciadas em algumas das drogas mais perigosas e causadoras de vício conhecidas pelo homem. As drogas a que nos referimos podem alterar a mente e causar lesões cerebrais. A este respeito, existe extensa documentação à disposição de quem a desejar.

As “autoridades” “diagnosticam” a crianças de 18 meses “doença mental”. Uma vez rotuladas, os pediatras e psiquiatras “tratam a doença mental” com algumas das substâncias mais perigosas e causadoras de vício conhecidas pelo homem, ficando muitas vidas infantis arruinadas.


“Actualmente, através dos critérios inventados pelos psiquiatras, não existe uma única actividade infantil normal que não caia na “sintomatologia” de largo espectro da chamada “doença mental.” Alguns dos rótulos são: Distúrbio do Défice de Atenção, Hiperactividade, Disfunção Cerebral Mínima, Incapacidade de Aprendizagem, Distúrbio do Impulso, Distúrbio do Desenvolvimento da Leitura, Distúrbio do Desenvolvimento da Escrita, Distúrbio do Desenvolvimento Aritmético.”

“Resultado: viciados e maníacos, com o cérebro “frito” e o funcionamento orgânico lesionado. Isto é o que a Ritalina e dúzias de outras substâncias químicas utilizadas pela psiquiatria fazem. Para acrescentar à agressão o insulto, em muitos, senão em todos os casos, os pais ignoram a extensão da desgraça acarretada pelo “tratamento”.

“ Se se trata de “Critérios médicos”, o Distúrbio da Hiperactividade e Défice de Atenção” é uma fraude perpetrada contra os pais, professores e crianças da América pela indústria psiquiátrica que se encontra numa constante necessidade de novos clientes e por gananciosos fabricantes de drogas que exploram, convertendo em dinheiro, os seguros médicos – tão abundantes nesta nação - e a ignorância. Os psiquiatras e as indústrias farmacêuticas ganham; as crianças e a sociedade futura perdem. É tão simples quanto isto.»


«O que é a Ritalina?
“Honestamente, a Ritalina é uma das substâncias conhecidas pelo homem mais perigosas e viciantes. É um estimulante extremamente poderoso, uma substância química do tipo dos speeds, muita requerida pelos toxicodependentes; química e neurologicamente, os seus efeitos sobre o organismo humano são equivalentes aos da cocaína ou das anfetaminas.

“Embora a Ritalina seja uma substância química diferente da cocaína e das anfetaminas, tem quase os mesmos efeitos sobre o organismo humano, com duas diferenças: cada miligrama de Ritalina é mais potente do que a cocaína e as anfetaminas; os efeitos da Ritalina duram mais do que os da cocaína e anfetaminas.”

“Quando ministrada a crianças, a Ritalina é dada oralmente e não injectada, inalada ou fumada como acontece com as metanfetaminas e a cocaína. Contudo, o uso de cocaína ou anfetaminas por via oral, têm o mesmo efeito sobre as crianças que a Ritalina, com a simples diferença de que para obter os mesmos efeitos, seriam necessárias maiores doses de cocaína e anfetaminas. Deveria ser do conhecimento público que os toxicodependentes são incapazes de distinguir uma injecção de cocaína de uma injecção de de Ritalina ou anfetaminas.”

“A injecção de Ritalina destrói a veia no sítio em que a injecção é ministrada e é frequente a marca da agulha infectar, criando feridas que não curam. Os toxicodependentes que usam Ritalina usam e destroem as veias dos braços, pernas, mãos e pés, começando a injectar-se debaixo doas unhas das mãos, debaixo da língua, chegando, eventualmente, a fazê-lo nas veias que rodeiam o globo ocular.”

“ O efeito do uso crónico de estimulantes mais conhecido é, talvez, a psicose, tendo vindo esta a ser associada ao uso crónico de alguns estimulantes, como por exemplo, anfetaminas, METHYLPHENIDATE (RITALINA), phenmetrazine e cocaína... [ este tipo de ] psicose assemelha-se de tal forma à esquizofrenia paranóica ou paranóia que tem sido mal diagnosticada por clínicos experientes.”

“ Como irão ficar a saber, a psicose é apenas o começo dos efeitos adversos consequentes do consumo de Ritalina. São comuns casos de paranóia extrema (em que a pessoa pensa que todos os outros a querem atacar). Foram cometidos muitos crimes hediondos por consumidores de Ritalina. Recentemente, a polícia de Vancouver afirmou que naquela cidade foram cometidos crimes de todos os géneros como resultado do uso de Ritalina. O chefe da polícia declarou que 89% da criminalidade em Vancouver cessaria se a Ritalina fosse retirada do mercado. Esta situação encontra-se actualmente em progresso, tanto na Europa como nos EUA.»

13 comentários:

giz disse...

Dragão podes dormir sossegado.
Nas escolas públicas portuguesas não é permitido administrar qualquer tipo de medicamento às crianças e jovens.
Mesmo que só lhes doa a cabeça, a barrigita ou um dentito, vão acompanhados à clínica ou, se é mais grave, vão acompanhados às urgências dos hospitais. É sempre comunicada a situação aos Encarregados de Educação e espera-se que apareçam nas urgências, o que nem sempre sucede.
Em Portugal só se administram TPCs.
Para já, mesmo que os alunos não sejam hiperactivos... São mais os profs que levam uns sopapos!

dragão disse...

No meu tempo apanhávamos umas boas reguadas e isso não fez mal a ninguém. E a cana da índia no toutiço também. Claro que havia exageros, há sempre, mas no geral até funcionava. Melhor que agora, não tenho qualquer dúvida.
Mas não é isso que está aqui em causa.
Com as luminárias que infestam os ministérios, sempre prontas a fazerem fretes e ensaios científicos nas cobaias das escolas, o que é que nos garante que um dia destes não apareça um peregrino qualquer disposto a implantar o "modelo"?...

Sílvia disse...

Fica descansado, Dragão, porque esse modelo é bastante dispendioso para o erário público e, como sabes, as vacas vão continuar magras por muitos e muitos anos...
Mas são os pais dos nossos alunos "diferentes" quem procura, nos psiquiatras da nossa praça, a poção mágica capaz de os uniformizar.

Anónimo disse...

Mas se neste país, uma alma normal e sensata no ME decidisse que umas sandochas nos bares das escolas eram melhores que os bolicaos e as batatas fritas e as coca colas, era um grande avanço! Num país em que se vê cada vez mais a miudagem toda cada vez mais gorda, vender chocolates nas escolas é realmente do diabos! Claro que os pais podem boicotar a parte orçamental dos miúdos, mas se quiserem exercer aquela coisa educativa da 'semanada' que acho bem útil para se aprender o valor do dinheiro e das escolhas, complica um bocado.

Sílvia disse...

Tens muita razão, Anónimo!... A escola, na verdade, precisa de mais EDUCAÇÃO!...
Sobretudo quando os pais anónimos deixarem de o ser e, assim, poderem exigir uma escola de qualidade para os seus filhos.
Agora vou dormir, porque amanhã os vossos filhos esperam-me e desejam-me fresquinha que nem uma alface...

Anónimo disse...

Anónimo??? Ah!
Não tenho blog.

João Ferreira

(Assim será aceitável, parece-me)

timshel disse...

Acho que os "comentários" anteriores têm mais bom senso que a "especialista" que escreveu o artigo.

Mistura alhos com bugalhos, verdades com mentiras, coisas muito lúcidas com bujardas de psicopatologia fundamentalista. Se se conseguisse separar o trigo do joio e atirar a merda em abundância que polvilha este artigo para a estrumeira de onde nunca devia ter saído, podíamos ter um artigo sério e pertinente.

PS.: Fiquei particularmente fodido com a acusação de que o alcool é um "BBK maior". Talvez por, ainda por cima, não saber o que é um BBK.

Dunyazade disse...

Sugar is Evil.

Algo que aprendi recentemente.

Se o açucar fosse banido do mundo - praí metade dos problemas (senão mais) se resolviam.

Helena disse...

Como o Timshel, detestei o tom manipulador do artigo.

Et pourtant...
Na Alemanha, onde vivo, o número de crianças que tomam ritalina é assustador. São os pais que se decidem a dá-la às crianças, mesmo sabendo que tem consequências graves. Nos casos que conheço, o mecanismo é sempre o mesmo: a criança não tem o rendimento dos outros, toma ritalina e começa a ter melhor rendimento.
Quanto ao comentário sobre "antes era assim e agora é diferente", parece-me (conclusão bastante rápida) que há uma diferença enorme: dantes os filhos existiam às meias dúzias por família, e aceitava-se que um fosse "esperto" e o outro "burro", um estudasse e o outro fosse cavar batatas; hoje, cada família tem apenas um ou dois filhos, e nele projecta todos os sonhos e narcisismos. Se ele não é o melhor da classe, há que ajudar com ritalina...

É pena o artigo pegar em tantos pontos e tratá-los tão mal.
No fundo, estou de acordo com várias propostas: televisão, corta; açúcar, corta; medicamentos por tudo e por nada, corta.
Agora, quanto ao alcool... os milagres que faz uma chupeta molhada num bom vinho do Porto!
;-)

dragão disse...

Bem, essas triagens tem que ser cada qual a fazê-las. Nestas coisas há sempre bastante ruído e militâncias várias.
Mas o essencial é que interessa: eu desconhecia o assunto, mas parece que há estados e famílias a drogarem as suas próprias crianças. Não é um panorama animador. Que os burocratas e tecnocratas o façam com os filhos dos outros, ainda se compreende; agora que os próprios pais vão nisso, só reflecte a lavagem ao cérebro que grassa. A caca que eles não têm nas cabecitas...
Provavelmente, também já há pais em Portugal a speedarem os filhos.

Anónimo disse...

Primeiro drama: O meu filho É hiperactivo.(Se calhar só está). O verbo ser aplica-se mais a um traço de personalidade, não a um estado.
Segundo drama: Qualquer um chega à DSMIV e chega à conclusão que sofre de quase todas as psicoses e outras oses , pathos que por lá habitem.
Terceiro drama: Não sou eu que não tenho tolerância, é ele(a) que se mexe demais.
Quarto drama: Será que alguma vez alguém se questionou, se tem perfil, vontade,...para ser pai, professor...?
Quinto drama: Contiua-se a achar que é o meio que faz o Homem, mas esquecem-se que também o Homem faz o meio. A Srª do artigo esqueceu-se de uma dimensão fundamental do ser humano,para além do biológico e do psicológico, esqueceu-se do social onde as relações acontecem.
Sexto drama: Temo que um dia, a caminhar assim, estar hiperactivo se torne, além de normal, uma exigência.
Adeus e muito boa tarde.
Assinado : hipoactiva.

Anónimo disse...

Excelente artigo

Anónimo disse...

É , só quem não tem um filho com esta síndrome , pode dizer tanta besteira ...

Estudos científicos , serve pra quê hem ?

Fala sério ... americanos questionadores e sem noção do que é
este mal , querem viver eem um mundo de cristal , ou em uma bolha ...

Boa tarde .