quarta-feira, janeiro 03, 2007

Droga Loucura Morte



A propósito ainda do postal anterior, lembrou-me uns cartazes que, em finais da Primavera Marcelista, começaram a ser afixados pelos liceus e árvores da cidade. Arvoravam a seguinte mensagem:
Droga, Loucura, Morte.
Agora, trinta anos depois, em pleno ocaso Abrileiro, já se justificava uma campanha de cartazes (agora chamados outdoors) da mesma índole, mas com uma ligeira alteração:
Telenovela, Loucura, Morte.

Evolução, se virmos bem, não houve. Foi apenas a droga que mudou de nome. E o espaço para ingerir a xaropada, que diminuiu consideravelmente.

3 comentários:

A.H. disse...

Olhe que não foi a droga que mudou de nome, foi antes a variedade que aumentou e o tipo que se expandiu.
Agora no nosso paraiso, há drogas para todos os gostos.
O que interessa é o consumo, o prazer e a acefalia completa. Como dizia um certo grunhedor acefalo num certo blog: "Qué quisso interessa? A vida é curta e o pessoal só quer é coortir!"

Anónimo disse...

quem é o grunho?

ch'an disse...

epá vícios hábitos vai tudo dar ao mesmo, aquela repetiçãozinha confortável.