domingo, julho 31, 2005

Visto à lupa

O Pacheco Pereira é o Moita Flores dos blogues e o Moita Flores é o Pacheco Pereira das telenovelas. E estou em crer que isto esgota o assunto.


Pacheco Pereira cérebro empastado



Pacheco Pereira com dry-look

9 comentários:

josé disse...

O JPP é presa fácil e alvo à mercê. É antipático, suspeito que por natureza porque nem o conheço, e isso é fatal para quem procura o público para audiência. É pedante muitas vezes e isso nota-se sempre que sai daquele leque de assuntos que supostamente o envolve em conhecimentos adquiridos nos livros de filosofia escolar. Não tem pingo de humildade na arrogância macaca que o leva a saltar de argumento em argumento pendurado em ramos de figueira- e que partem com facilidade.
Entra pelo preconceito mais soez sempre que tal lhe apraz, como foi o caso do Santana que vergastou impunemente enquanto correligionário do mesmo partido.
Nos escritos que vou lendo por acaso (compro a Sábado e o Público e vou de vez em quando ao blog) poucas vezes detecto valor acrescentado ou interesse imediato e nesse campo não se distingue muito do guionista da tv: são escritos dry look, de facto. E empastados, muitas vezes.

De resto, tudo bem. Melhor um Pacheco que um Delgado.

Quanto ao Moita: tenho pena que a tv tenha de recorrer a este tipo de guionistas que subiram a pulso os graus do clube de iniciados...na arte de escrever argumentos para filmes.
Em Hollywood são às centenas! Em França até há uma revista dedicada ao guionismo.
Em Portugal, terra de cegos, o Moita lá conseguiu o lugarzinho ao sol,lá no círculo de amigos televisivos onde se encontrava; os amigos incentivaram: vá lá Moita! Tu és capaz! Quem é que não sabe escrever uns diálogos para o teatro, pá?! Então a tua professora primária não te ensinou a pôres os travessões, as reticências e as vírgulas?!
E assim foi assassinado o Camilo, depois de se ter suicidado por um Amor de Perdição!
A história da Ferreirinha é de chorar quando se vê com atenção! Mas choro de pena e de pesar pela morte das ideias e pelo féretro putrefacto do conceito.
Eu tenho alguma consideração pelo Moita, como tenho por toda a gente, mas por ele tenho mais ainda porque além de criminologista, guionista e anti fascista, parece-me um verdadeiro...malabarista!

zazie disse...

por acaso há um outro "lado" do JPP que até é um défice nas historietas do Moita por muito crime que metam: a perversidade maligna e retorcida que só passa por espírito crítico para quem não lhe topa a mesquinhez.

E é isso que falta ao Delgado que mete dó em candura por mais trabalho sujo e vendido que faça

dragão disse...

Mas vocês não estavam de férias?!!... :O?

zazie disse...

ahahahhaha

sacana. Pois estamos. Quero dizer, eu estou e o musarnho ainda mais mas sabes como é... não se consegue deixar de espreitar no intervalos ":O)))

josé disse...

Eu estou de férias! E que bem que me sabem...
Passei oito dias a bogar nas águas cálidas da Galiza e a aturar catraios, em toboggans e cabanas e mais passeios de bicicleta. Net, só agora. E estou com ganas. "Isto" em Portugal, está de rastos. O Santana foi só o começo pois estes são muito piores! Muito!

Até vai dar gozo...

zazie disse...

eu ainda não fui para muito para fora. Quero dizer, para o estrangeiro à cata de gárgulas e bibliotecas que é o tipo de férias que mais gosto ":O))

beijinhos josé e sorte a sua nessa Galiza que me anda a dar mais ganas que a desgraça interna. Orense no carnaval então nem lhe digo....

Å disse...

Sem contar que o Moita é muito amigo dos "amigos" das criancinhas...

António disse...

Esta do "dry-look"!... Ar mais limpinho.

O problema do Pacheco é o Elastyne da Tokalon. Estica. Anda em cima do muro. Na dúvida, para onde cair, e quando a ventania ameaça, tomba para o sistema. Tem cama fofa e confortável.

Se Pacheco não esticasse, podia preferir correr o risco de ser uma espécide de avôzinho do mundo novo. Assim, não passa de bobo da corte do mundo velho: distrai com os seus guizos, mofa; mas não deixa o salão do castelo...

O mundo novo não se faz com gente do velho. Viva a IV República! Viva a democracia directa!

Roberto Iza Valdes disse...
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