sábado, dezembro 31, 2005

Então, "Feliz Kwanzaa", ó jovens!... (O Dragão na vanguarda multicultural)


Desconhecia em absoluto esta treta denominada "Kwanzaa". Mas alguém, no seu perfeito juízo, com os alqueires bem medidos, sabia de tal bacorice?...
Pois parece que é coisa importante. Tão importante, que até o presidente Bush, esse príncipe do planeta, se dignou contemplá-la com uma "presidential Message" (natalícia?) de felicitações. Tudo indica que no rescaldo da terrível controvérsia que abalou a América - Merry Christmas Versus Happy Holidays - o casal Bush, certamente aconselhado por aqueles augustos serafins sábios que volitam em redor, descalçou a bota multicultural cantando "Happy Kwanzaa".
Quem não achou muita graça à laracha multiculturalista (deveras peregrina, havemos de reconhecer) foi Ann Coulter. E explica detalhadamente porquê. Desta vez, sem exemplo, até pela inusitada e abençoada trégua na tradicional surrapa que usualmente destila, nós agradecemos.
Do artigo, transcrevo alguns trechos, mas recomendo a leitura integral...

«It is a fact that Kwanzaa was invented in 1966 by a black radical FBI stooge, Ron Karenga, aka Dr. Maulana Karenga. Karenga was a founder of United Slaves, a violent nationalist rival to the Black Panthers and a dupe of the FBI.
In what was probably ultimately a foolish gamble, during the madness of the '60s the FBI encouraged the most extreme black nationalist organizations in order to discredit and split the left. The more preposterous the organization, the better. Karenga's United Slaves was perfect. In the annals of the American '60s, Karenga was the Father Gapon, stooge of the czarist police.
(...)
Kwanzaa itself is a lunatic blend of schmaltzy '60s rhetoric, black racism and Marxism. Indeed, the seven "principles" of Kwanzaa praise collectivism in every possible arena of life -- economics, work, personality, even litter removal. ("Kuumba: Everyone should strive to improve the community and make it more beautiful.") It takes a village to raise a police snitch.
When Karenga was asked to distinguish Kawaida, the philosophy underlying Kwanzaa, from "classical Marxism," he essentially explained that under Kawaida, we also hate whites. While taking the "best of early Chinese and Cuban socialism" -- which one assumes would exclude the forced abortions, imprisonment for homosexuals and forced labor -- Kawaida practitioners believe one's racial identity "determines life conditions, life chances and self-understanding." There's an inclusive philosophy for you.
(Sing to "Jingle Bells")
Kwanzaa bells, dashikis sell

Whitey has to pay;
Burning, shooting, oh what fun
On this made-up holiday! »

Resta-nos agora ficar à espera. Que, depois dos gangs, do rap e do hip-hop -enfim, de todos esses monumentos culturais que atiram com a teoria darwiniana para as urtigas -, também o "kwanzaa" se digne comparecer entre nós. Talvez para o ano, quem sabe, quando a polémica "Feliz Natal/Boas festas", patrocinada pelas amibas mentais do costume, com certeza estourar entre nós. Só é pena o Gorge Sampaio já não ser presidente. Senão, o quão baboso e prazenteiro se esmeraria, de microfone festivo em riste, a desejar "um Santo Kwanzaa" a todos os black-barbies cá da paróquia.
Bem, não melga ele, mas há-de verrumar, com geminado vácuo, outro qualquer igual a ele.

1 comentário:

esgoto disse...

mais uma merdica a juntar a muitas merdas
Feliz Merda a todos!