segunda-feira, outubro 01, 2007

Crimes de Amor

(...)

Ao contrário dos crimes contra as minorias - que são "crimes de ódio" e merecem execração pública e sistemática, bem como medidas repressivas impiedosas e especiais -, os crimes contra a maioria, contra o cidadão comum, perpetrados por "jovens", ou "vândalos", são "crimes de amor" e, por isso mesmo, merecem toda a nossa compreensão e tolerância.
E quando digo "maioria" quero significar não apenas a propriedade e a integridade física, mas também a religião da maioria, a raça ou etnia da maioria, a nacionalidade da maioria, as tradições da maioria e a sexualidade da maioria.

7 comentários:

eixo do mel disse...

Eu,nestas coisas de conflitos raciais, sou muito salomónico:tanto se me dá que seja um branco como um cabrão de um preto.

zazie disse...

Podes crer. Já passei por experiências aproximadas.

O que acontece é que essas bestas das fobias, são capazes de fazer a prédica no comício mas depois retiram-se de carro.

A outra demagogia é dizer-se que tanto lhe dá a cor. Porque a questão dos gangs não é de cor, é efeito de excesso de imigração. Estes problemas não existiam antes. E não existiam pelo facto dos brancos serem mais brandos. Mas pelo facto do descalabro da marginalidade não ter atingido estas proporções nem estar organizado de forma tribal, como agora está.


Mas o mais grave diz o Dragão. Quem hoje em dia escrever isto até já pode correr o risco de violar a Constituição. De ser tomado como apoio a essa disparate de frase vazia: o ódio racial.

Acho que vou linkar o post

ehehehe

Joshua disse...

Temos realmente de reflectir sobre este problema, mas de facto crime é crime. É preciso enfeitar de desigualdade aquilo que o senso comum repudia necessariamente e por igual?

Não há aí gratidão por te ter animado aqui tasca?

Abraço

(Vá lá, 'caralhito' foi somente um eufemismo, não é preciso encarquilhar a alma, homem!)

J.J.Pereira disse...

Mas por que é que estes escribas domesticados não põem o nome aos bois? Tenham a coragem de escrever pretos ! Quanto à Constituição,quando as modas se alterarem para os lados de Bruxelas,por cá a corja de serviço muda logo o palavreado ao texto.

dragão disse...

Está bem, ó Eleito. O fair-play fica sempre bem.
Levas o "link", que aliás estava em dívida.

lusitânea disse...

Estes multinacionais são o expoente máximo do multiculturalismo essa filosofia de vida que visa domar o BOM SELVAGEM e transformá-lo numa máquina de fazer dinheiro...
Não pode haver fracassos pelo que vão deitando sempre mais dinheirinho em cima da fogueira, a bem das "boas integrações" que é por acaso coisa que ainda não entendi bem, mas o Comissário qualquer dia aparece com um programa individual, como fez a ministra da educação, em horário extra-laboral, para tirar dúvidas e refrescar a matéria...

Psicocosmético disse...

Quem não lembra destas definições:
Um Europeu em Africa é um imperialista, colonizador, explorador daqueles indigenas desgraçados; Um milhão de africanos ou arabes numa localidade qualquer da Europa mesmo que inactivos são uma minoria desfavorecida, vitima de toda a iniquidade, etc etc.
não faz qualquer sentido, pois não?
-Faz e o pior é que é verdade. Senão vejamos, a Europa envelhece no comododismo e no bem estar que a ausência da procura pela sobrevivência e a quase garantia do futuro isento de carência lhes permite e faz muito bem. Não tenho nem podia ter nada contra. Abandonou-se a ideia que a familia era a forma de resolver os problemas da velhice porque até nem é. Ter filhos é ter cadilhos... Bom, conhecemos as benesses de sermos cidadãos do velho mundo, mas...
Mas tudo tem um preço.
Não conheço nenhum bilionário racista, as multinacionais também não o são, a Bolsa ainda menos. Seria um bem que os trabalhadores imigrantes na europa fossem de encher como as bonecas-insufláveis, desempenhavam as tarefas, contribuiam para as necessidades pontuais de cada país por um tempo pré-determinado e depois, retirava-se o ar, metia-se numa caixa de sapatos e mandavamos de volta para a "terrinha" deles! infelizmente não é assim, os estupores insistem em ficar no bem bom e depois assaltam comboios. reparem, assaltam comboios, não assaltam, aviões particulares, nem iates de 70 pés, nem aborrecem que se desloca de limusine com batedores da GNR, podem ser miseráveis e quase idiotas, mas distinguem bem quem devem molestar.
meus caros, os regimes são como os programas de computador quando deixam de ter bugs é porque chegou na hora de os substituir, por outra merda qualquer, que só vai mudar de patrões e cometer outros erros (outros bugs, Hélàss!).
A piada desta merda toda é que morremos, já imaginaram aturarmos isto toda a eternidade. fiquem bem.