terça-feira, fevereiro 13, 2007

Lei geral da Física

Há cada vez mais gajas com menos disponibilidade para serem mães porque estão completamente ocupadas a serem gajos. Convenhamos que é, no mínimo, difícil introduzir um bebézinho num espaço todo ele preenchido e açambarcado por um marmanjão.

6 comentários:

Oliveira da Figueira disse...

Que Lei Geral da Física é esta
Que o senhor Dragão enunciou
Em que gajas “viram” gajos
E o marmanjão espaço açambarcou?!...

Amigo Caguinchas “isto” está do pior
Mas e se fosse legalizada a prostituição?
Acabavam-se os proxenetas, e melhor
A elas conquistávamos-lhe o coração…

zazie disse...

ahahaha

clark59 disse...

No seu estilo 'magister dixit' mesclado de oportunismo (no melhor sentido da palavra) o Dragoscópio expõe - escondendo - uma grande verdade: a sociedade actual 'deu' às mulheres a liberdade de serem outra coisa e 'proibiu-as' de serem elas próprias.

De repente, o meu lado esquerdo da verdade lembrou-se da palavra creches.

Lusgon disse...

Não me levem a mal mas quando as coisas deixam de fazer sentido, a Vida, o Universo, Deus, o acaso (Gentleman place your bets please.) num "baralha e dá de novo" produz uma nova "ordem". O "baralha" mais parece um caos e o "dá de novo" é sacado a sangue, suor e lágrimas. Mas no fim as coisa voltam a fazer o sentido possível outra vez. No entanto esta questão é uma questão menor (não pela sua importância absoluta mas pela sua importância relativa a outras muito mais "sintomáticas"). Venha a próxima...

ch'an disse...

caro dragão: vá, isso tem a mesma lógica que dizer que há cada vez mais gajos com menos disponibilidade para trabalhar porque estão completamente ocupados a escrever no blog.

Uma coisa não impede a outra mestre.

dragão disse...

ó Clark, vê lá se escreves lá no teu tugúrio. Fazes falta, pá!

Cara Ch'an,

Isso também é verdade e eu subscrevo. Não sendo, todavia, o trabalho, como justamente sustentavam os antigos, algo que dignifique ou defina a essência do "homem". Quer dizer, quem faz do blogue uma forma de trabalho (e não um exercício de liberdade e ócio , passe a redundância) coloca-se ao nível não do "antropos", mas do "doulos", isto é, não do homem, mas do escravo.