«À medida que a democracia é aperfeiçoada, o cargo de Presidente representa, cada vez mais, a alma íntima do povo. Num grande e glorioso dia destes, os vulgares tipos desta terra alcançarão finalmente o seu mais profundo anseio e a Casa Branca será então adornada com um completo retardado mental.»
sábado, junho 11, 2022
State of the Art
sexta-feira, junho 10, 2022
A realidade é fodida
E, subitamente, no New York Times (Jew York Times para os amigos):
«U.S. Lacks a Clear Picture of Ukraine’s War Strategy, Officials Say»
quinta-feira, junho 09, 2022
E então as alternativas, pá?
«Oil Prices Are ‘Nowhere Near’ Peak Yet, Says Key OPEC Member UAE»
quarta-feira, junho 08, 2022
O rotundo mas feroz caniche
Em 21 de Maio de 2022:
«Portugal concede apoio financeiro de 250 milhões à Ucrânia»
Em 08 de Junho de 2022:
«Segurança Social corta apoio alimentar a milhares de famílias.»
Pois, lá está , o dinheiro não estica. Ainda menos para quem vive de empréstimos. E isto de botar figurinha lá fora, armando ao barão da geocaridadezota e vociferando iracundos béu-béus ao monstro russo, sai caro. Sai mesmo por um balúrdio. A pressa do rotundo caniche em alcandorar-se aos úberes da burrocracia eurotonta, também, coitado, não ajuda. Raia mesmo a fronteira da pelintrice esfaimada.
Portanto, no exterior, para anglo ver, sua excrescência deita calcanhares ao rabo, todo ufano, e larga a pedir dinheiro aos mercados... para despejar nos bolsos do regime do Zombistão. Mas cá dentro, ide bugiar, otários!, e tomai lá austeridade. Que é para irmos treinando já, de antemão (em stress pré-traumático, como os coisinhos, o que só nos calafeta a alminha), para a próxima bancarrota. Veremos como se acastelam nuvens e aragens lá pelo outono...
Entretanto, por diversas e repetidas ocasiões, perante o estardalhaço roncante do personagem (não raro ao despique com a lombriga acólita), oscilei abalado por duas sensações concorrentes e avassaladoras: dum lado, a vergonha, imensa, perplexa, repugnada; do outro, um certo e justo temor... Ao menos que os americanos lhe ponham um açaime. Era o mínimo, que diabo. O alemão, embora grande, não faz mal a uma mosca. Mais sedado não poderia estar. Mas este pequenitates, quem o oiça, só ocorre uma de duas coisas: ou fugir para bem longe; ou munir-se de um bom pau.
PS: Mas também, que são 250 milhões ao pé das dezenas de biliões que os amerdicanos já despejaram e vão tornar a despejar?... Peanuts! Já a Darknet, essa, parece que vai de vento em popa:
«Darknet sales
terça-feira, junho 07, 2022
Emolduramentos penais
Na Noruega, esse promontório escandinabo do oxidente, aconteceu o seguinte:
«Norwegian feminist faces three years in prison for 'hateful' tweets criticizing transgenderism».
segunda-feira, junho 06, 2022
Parafraseando-me
«Há muitos séculos atrás, Aristóteles, que não teve o desgosto de conhecer o jornalismo, já definia não obstante o percursor deste, a história, como inferior à literatura (no caso, a tragédia ática). Por uma razão muito simples, evidente e indiscutível: é que a literatura obedecia a critérios determinantes de verosimilhança. Podia não ser verdade (como no caso dos episódios míticos), mas, ao menos, era verosímil (cumpria uma lógica inatacável da necessidade intrínseca do enredo). Ora, a verosimilhança tem uma qualidade sobretodas estimável: confere sentido. A tragédia (ou a epopeia, ou um bom romance) é uma "história que faz sentido". O problema do jornalixismo, que faz as vezes da própria História nos tempos que correm, é que já nem se preocupa em fazer sentido. Faz apenas pouco do pagode. E faz de conta. (E faz o frete à santissíma propaganda). A limite isto acabará por descambar em sarilhos muito grandes. Mas até lá o manicómio vai bem e recomenda-se... tirando essa minudência cabeluda de as teorias da conspiração oficiais serem apenas, e por regra, imensamente mais estúpidas e descabeladas (quer dizer, inverosímeis) que aquelas que suscitam, na tentativa sisifiana, de lhes recauchutarem algum nexo lógico causal.»
domingo, junho 05, 2022
Mais antídoto para a palha alucinogénia
Kim Iverson. Decorem. É o nome da beldade. E ainda por cima é inteligente. E não anda com a manada. Ronronar-lhe-ia mesmo sem esses atributos, mas com esses bónus todos, caramba, faço o quê... uivo?...
E aqui sobre o nível rastejabundo da "propaganda anti-russa" mascarada de "cobertura mediática" oxidental:
sábado, junho 04, 2022
Carnavais da Ucrânia - II. Sob o signo do Unicórnio
O Zombistão já dispunha das Forças Especiais, a Forças Muito Especiais e as Extremamente Especializadas. Algumas delas, senão mesmo o grosso descabelado (e estamos a falar do sistema nervoso do exército Zombi) eram constituídas por neo-nazis pitorescos, fogosos e sobremaneira russofóbicos. Por conseguinte, e a bem dos interesses do Império da Treta na região, neo-nazis fofinhos, com chip, coleira e registo loop. Sim, e também com as vacinas em dia e licença legal, pois claro. São neo-nazis, mas são os "nossos" neo-nazis!, ora essa, e como diria o outro. Foram devidamente adestrados, treinados e educados apenas para atacar russos. Ou Chechenos. Ou Ucranianos, digo cossacos. Enfim, "caçar orcs", como eles ladram.
Todavia, mesmo assim, a salganhada começava a ficar um bocado obscena. Sobremaneira, na europa delicada e sensível, caquética e semi-lobotomizada, mas com um focinho treinado e ainda extremamente sensível a certos aromas. Se o "populismo" já a transporta a histerias e descabeladuras, o neo-coisismo ainda a desgovernava pela epilepsia a fora. Está bem que se a voz do dono mandar, ela cheira e cala, até a cloaca mais fétida, mas mesmo assim... E a censura, digo, o critério editorial, está a funcionar a todo o vapor, em verdadeiro modo tsunami informativo, mas...nunca fiando.
Em suma: Convinha maquilhar. Portanto, eis que a operação de maquilhagem se desencadeia.
Primeiro, uma notícia que só por si merecia o óscar da trampolinice catita:
«Azov Battalion drops neo-Nazi symbol exploited by Russian propagandists»
sexta-feira, junho 03, 2022
Carnavais da Ucrânia - I. Tatuagens peregrinas
Antes de visionarem, se tiverem paciência para isso, o vídeo abaixo, seria essencial que lessem este postal antigo aqui da casa:
Posto isso, aproveito para confessar que comecei a ver - hilariante e folclórico qb, heavy metal neo-nazi, ou satânico sempre faz algum sentido; afinal, Satanás e os seus avatares políticos alimentam facilmente a mesma circunvolução mental (seja dos prós, seja dos antis) -, mas, convenhamos, quando irrompem rappers neo-nazis e hiphop neo-nazi, o carnaval zombi já ultrapassa as marcas elementares da indecência: é o rilhafoles a céu aberto.
Mas pronto, é o mundo que temos e o Novo Jerusali a que nos obrigam.
quinta-feira, junho 02, 2022
Da Psedudo-Ucrânia à Ucrânia, ou Uma Anedota particularmente sangrenta
quarta-feira, junho 01, 2022
A Rússia
Só depois de fermentar uns anos sobre Soljenitsyne (eu sou assim, fico a fermentar, como os alambiques, parece até que durmo, mas não: digiro), especialmente aquele "A Rússia sob a Avalanche", é que eu acho que comecei a decifrar o nevoeiro, a ver para lá do absurdo. Estou, pois, em crer que a palavra e o momento chaves da transformação são, respectivamente, Stalin e a 2ª Grande Guerra. O primeiro, porque liquidou bolcheviques e trotskistas (e ainda, de bónus, e passe a redundância dos anteriores, grande parte da súcia torcionária judaica); a segunda porque restaurou o patriotismo e o "amor à Mãe Rússia". Emerge dela uma devoção, quase místico-religiosa, que, num certo sentido, transcende o estrito ateísmo comunista. Quer dizer, a União Soviética é, doravante, a Rússia Vermelha - vermelha do sangue do seu martírio, dos seus heróis, da sua - permitam-me o termo -, "humanização". Já não é apenas uma estrita manipulação/usurpação ideológica, uma abstração utópica, uma revolução do cuspo; não, assentou na terra - a terra mãe, origem, matriz -, e recuperou parte das suas raízes. Não é, até, de todo impróprio quando se diz Stalin, o Czar Vermelho.
Suspeito bem que as derrotas humanizam, porque nos devolvem, aos homens e povos, ao chão; tal qual as vitórias ensoberbecem e, nessa medida, endemoninham, porque nos atiram à conquista dos céus. As terríveis derrotas iniciais dos soviéticos às armas dos alemães do III Reich fizeram deles russos outra vez. Só a Rússia, a gigantesca e mística Rússia, teria força para derrotar o melhor e mais brutal exército do Século XX. Sem ela, a União Soviética teria sido varrida, como, de resto, foi, enquanto a Rússia, telúrica, antiga, profunda, não se levantou. Não foram os soviéticos que arrasaram os alemães, foram os russos. Arrepia-me, pensar nisto.
Temos o hábito de conotar império colonial com império marítimo. Porque na história fomos um império desses, em despique contra rivais do mesmo jaez: holandeses, britânicos, franceses... Escapa-nos, assim, quase por automatismo atávico, a ideia de um império colonial terrestre. Não dispersão, mas contiguidade; não mar, mas fronteira. Todavia, é nisso que se transforma a União Soviética com Stalin no pós-guerra: num império colonial Russo. As repúblicas da URSS são colónias da Rússia. E todas, ou quase todas, com comunidades de colonos russos nelas implantadas. E mais ou menos numerosas. Que se vão introduzindo e ampliando ao longo dos anos. Por motivações e fenomenologias várias. Acerca disso, Soljenitsyne é eloquente:
A implosão da União Soviética é, assim, muito parecida com a implosão do Império Português: desaba por dentro, sob vapor e enlevo externo, e acarreta consigo uma catástrofe total, um cataclismo que tudo desmorona e aniquila. Não apenas na matéria, mas também no espírito. O caos, a delapidação e a pilhagem que lhe sucedem vêm mascarados sob o manto edulcorado duma abstração entorpecente: democracia. O beijo da aranha.
E há uma outra tragédia humana que decorre do descalabro geral: os colonos russos experimentam a mesma sensação dos colonos portugueses. A desorientação, o desespero e o abandono. Soljenitsyne queixa-se amargamente disso.
A herança de Putin é, pois, pesada e complexa. E resulta duma segunda "humanização" da Rússia, extraída das terríveis debacles e humilhações do pós-império soviético. A Federação, todavia, já não é o Império, mas retoma dele as raízes, a postura e a bandeira. E não pretende renegar, estou em crer, a terra e o povo que, historicamente, são os seus. Até porque a língua russa também é, justamente, a pátria deles.
Nesta pesada herança, oriunda do comunismo sobretudo, abundam problemas, atropelos, desmazelos e injustiças grosseiras como as da Pseudo-Ucrânia. Mas sobre isso a alongar-nos-emos detalhadamente num próximo postal.
terça-feira, maio 31, 2022
A solução do enigma
Sobre a pandemia ió-ió, que ora vai, ora volta, não pretendo elaborar muito. Esta emoção do Zombistão foi tão grande que, simultaneamente, operou a cura e o milagre. Nem mais; graças a Santo Putin, desapareceu a pandemia, sumiu-se o apocalipse climático, evaporou-se até a fossilofobia que tanto nos urticava e escalvava a passos largos. Num ápice, até o fracking-gas americórnio (altamente dispendioso e hostil ao ambiente ) já era a solução para todos os nossos problemas, a panaceia que nos salvaria (à alemanha, sobretudo) da horrível toxicodependência energética. Ficava muito mais caro, era muito mais sujo, mudávamos apenas de dealer, ficávamos não já parcial mas completamente dependentes, quer dizer, ainda mais vassalos dos Estados Unidos, mas isso agora que importava, eram minudências e pentelhices: Santo Putin até da superstição do Mercado e suas leis nos curara. Para quê pensar no lucro, quando nos podemos arruinar por uma má causa, aliás, nem precisamos de causa nenhuma. Fora o interesse! Só não se avançou a todo o vapor por esse precipício abaixo porque, descobriu-se com pena, faltavam terminais e torneiras onde nos prostrarmos imediatamente em submissão. Mas lá chegaremos. Para compensar desta frustração momentânea, apontámos um revólver de sanções à cabeça (paradoxo e prodígio assombroso, dada a acefalia evidente e monumental) e partimos para a roleta europeia - que, aproveito para esclarecer, se distingue e, claro, opõe à russa, na exacta medida em que se carrega não apenas com uma, mas com seis, ou seja, todas as balas. É infalível, acreditem.
Porém, divago. A pandemia, dizia eu. O copy-paste parece que passou dos humanos para o vírus. Infectado, aturdido, este, terá ricocheteado depois à procedência. E ei-lo a cavalo nas massas. Copy-paste ao quadrado. Televisões em choque, enfermarias inundadas, especialistas em catadupa. Ao menos a gripe ficou suspensa por um ano, vá lá. Mas novo passe de mágica: em tempo record, a vacina. Boa e barata. E desembaraçada duns certos empecilhos arcaicos. O melhor dos mundos já ali adiante. Mas eis que se instala um certo mal estar, uma inquietação surda, rastejante... Quinam que nem tordos alguns infelizes - criancinhas, jovens, atletas, actores (desmancha-paraísos, todos eles, é o que é) - ouvi dizer. A mata-cavalos, a vacina, será que andava também a matar gente?... Angústia... Medo...Mais medo ainda... Perplexidade (nem me atrevo a mencionar, ao de leve que seja, as implicações disto para certas mentes inclinadas à suspeita metódica e à conspiraci.... (engasgo-me só de pensar).
Mas era uma questão legítima. Melhor, é. A ciência, afinal, avança por tentativa e erro; experimentação e melhoramento. O que está mal, corrige-se. Para o problema, procura-se a solução. Em teoria, claro, em teoria.
Pronto, não chorem, tranquilizemo-nos: eles encontraram a solução. Os nossos sacerdotes. Abençoadinhos! E estava todo o tempo bem diante do nosso nariz: «The specific trioxides they have detected – called hydrotrioxides (ROOOH) – are a completely new class of chemical compounds.»
São os/as hydrotrioxides, meus amigos. Desencadeiam anomalias cardíacas... e respiratórias! Mas pior ainda: contribuem para o aquecimento global. Coitado do clima.
A besta Soros, com aquelas fuças que o diabo lhe deu, na sua arenga ao congresso de malfeitores planetários, já deixou o road map: depois de eliminado Santo Putin, volta-se ao combate contra o apocalipse climatérico. A toda a velocidade. E com a maior urgência. Tremam, gambosinos!
PS: Na verdade, ninguém morreu. Apenas deixaram subitamente de respirar. E de aparecer. Exagera-se muito hoje em dia.
segunda-feira, maio 30, 2022
Quiz
Entretanto, e de acordo com rumores e murmurejos, aceitam-se apostas sobre quem tratará primeiro da defenestração do anão Zelote:
a) os heróis do oxidente e neo-nazis fofinhos do Azov;
b) o estado-maior das AFU (as forças armadas ucranicoisas);
c) o patrocinador/director amerdicano;
Nas casas de apostas, de momento, são os da alínea a) que vão à frente.
Para quem estranhe a alínea c), convém não esquecer aquele aforismo do Kissinger: "ser inimigo dos Estados Unidos é perigoso, ser seu amigo é fatal".
domingo, maio 29, 2022
Edição genética
As potencialidades desta nova frankenstoria são imensas. Assim que eles afinem o alambique, bem entendido. O gado humano mal pode esperar... Mas, presumo, a manipulação (uma vez afinada, convém não esquecer) pode dar para os dois lados. Criando, por um lado, zombis de combate, e por outro, zombis de trabalho. Assim, de repente, isto até lembra uma qualquer utopia... ah, pois, formigas-soldado e formigas-operário. Os Soros e os abertadores deste mundo até devem esfregar as patas da frente de volúpia e excitação.
Já agora, a parte da notícia que eu acho mais crocante e estaladiça:
«Researchers said they chose to work with Syrian hamsters there social structure is similar to that of humans.»
O melhor vem sempre no fim.
sábado, maio 28, 2022
Para quem não gosta de palha alucinogénia
«Former CIA & State Department Analyst, Larry C Johnson, on Ukraine, Donbass & Russia»
sexta-feira, maio 27, 2022
Winston Chocho, ou Um Puppet nunca vem só
ON THE RELATIONSHIP BETWEEN PRESIDENT ZELENSKY, OLIGARCH IHOR KOLOMOISKY AND
WASHINGTON DC
Uma leitura deveras edificante. E é sempre muito educativo ter uma sucinta noção do CV do anão Zelote, presidente do Zombistão e enlevo tele-bombado das manadas globais. O Zombistão, como é público e notório, é um dos fake-países mais corruptos do mundo e o campeão da Europa nessa modalidade. Quanto às infestações que passam por estado, o fenómeno oscila e zune entre o ISIS 2.0 (agora com tatuagens neo-nazis e heráldicas dermo-satânicas), uma junta de falsários informativos desenfreados e uma polícia política extremamente letal (SBU), mascarada algures entre a SWAT team, a Gestapo e os stormtroopers da Disney. Não há muito tempo, devíamos suicidar-nos todos, num armagedão atómico, por amor ensolapado a este circo. E em solidariedade penitente com ninguém sabe muito bem o quê.
quinta-feira, maio 26, 2022
Banalidades do gatilho
Mais um massacre banal no Paraíso, vulgo Estados Unidos da Amnésia ( a expressão não é minha mas é a melhor que conheço). Pois, e a culpa é das armas, urra o Gerontossauro Bidens . Um dia destes, atropelo em série vários peões, peoas ou peõezinhos incautos e desculpo-me: a culpa não é minha - é do carro, da lóbi dos construtores automóveis! Aliás, se virmos a quantidade de gente que falece de morte violenta, todos os dias, por via dessas máquinas desarvoradas, e seguindo a lógica lá do Réptil Jurássico das amérdicas, era mais que caso para o nosso desgoverno, também ele a escorrer dumocracia aos molhos (embora pastoreado por um Hipopotamus Absolutos), ilegalizar o quanto antes a venda livre desses instrumentos massacrantes.
Agora a sério, dá-me a ideia, tenho mesmo a vaga suspeita, que as armas não disparam sozinhas, pois não? Ou estarei a delirar? O problema essencial, quer-me cá parecer, não é a arma, mas o atirador detrás dela. A gana de atirar... o gatilho como panaceia nacional... O culto da violência e do matadouro intrínseco a uma determinada sociedade. Sociedade, essa, que se rege por hábitos, predisposições, estímulos e "regras" cada vez mais associais, amorais, senão mesmo sociopáticos. Uma autêntica distopia à solta na realidade.
E o mesmo Gerontossauro que despeja biliões de armas (em larga medida fora de prazo) na Ucrânia (leia-se, nos bolsos duns quantos patrocinadores e sobretudo no Complexo Armamentista), para libertar espaço em armazém para novos e reluzentes stocks no Paraíso, vem reclamar por meia dúzia de presuntos domésticos por via de talheres avulsos! Quer moralizar às carradas e duma vez por todas!... Caso para dizer: o Barão da Indústria nunca há-de tolerar o artesão ambulante.
Por outro lado, não reza a história que com a proibição de bebidas alcoólicas, durante a Lei Seca, tenha deixado de haver ébrios, pielas e regabofes adjacentes. Pior, rebentou mesmo o gangsterismo e a carnificina desatada em todo o seu esplendor. Proíbem as armas, os sonsos e mestres da velhacaria. Deixam de poder comprá-las nas lojas, os alucinados e tarados endémicos, e passam a ir comprá-las aos gangues, aos traficantes de droga ou às redes clandestinas que, sei lá, as arrematam a preço de saldo, por exemplo... na Ucrânia. Ou na Síria. Ou na Somália... Ou na dark web... ou onde quer que o Diabo que montou bazar neste mundo abra o balcão.
quarta-feira, maio 25, 2022
Santo Putin
A propósito desta cegada do Ucancro, digo Ucrânia, nem lembrava ao diabo - corrijo, só lembraria mesmo a ele e aos imundos filhos dele ! - arremessar com o famigerado Reductio Ad Hitlerum ao coitado do senhor Putin. Reductio, esse, diga-se em abono da verdade, que já é rançoso e recorrente e vem quase do paleolítico inferior baixo. Mas que raio, convenhamos, se a ideia era desqualificá-lo pelos ímpetos restauradores da defunta União, então o Ad Stalinum sempre seria, vaga e remotamente, verosímil, ou não?... Aliás, para não variar, estes chicaneiros globais, confundem-se todos e metem, sem freio nem pejo, as patas de trás pelas da frente. Quer dizer, é o novo Hitler e quer restaurar a União Soviética. Ah, bonito. Bem, não, se calhar é a Rússia Imperial. Belo, ainda mais empolgante... o Pedro e a Catarina são mesmo ao estilo e escola do Adolfo maluco. Estão a ver a lógica mirabolante, o culturismo histórico, ou melhor, histérico, da coisa?... Mas estão a comentar ou a ter acessos convulsionários e epilépticos, estes moços de frete da pantalha emética? Entre a CNN, o MSN, a hirsuteria Milhazeira e o anão Zelote, o primor retórico é mais ou menos esse. A lixeira mental a céu aberto. O grunhido javardo a armar ao bastião indómito da civilizacinha apalpada.
E aproveito para acrescentar que até nem ficaria mal ao coitado do senhor Putin - e digo coitado porque o infeliz, entre tentativas múltiplas de assassínio, atentado e desconsideração pública, vai estertorando nas vascas de vários cancros, síndromes e patologias avulsas-, pois, dizia eu, até nem lhe ficaria mal aquela virtude (rara, mas, ainda assim louvável e nada despicienda) do Joseph Stalin em despachar picadores de gelo aos cornos do Trotsky. Um moderado, é o que ele é. Um punhos de renda. Pior, a avaliar pela paciência com que atura Kasparoves, Zelotes e Gerontossauros Caqueticus desta estrumeira a boiar no espaço, um santo.
PS:
«Perante uma super-acédia colectiva, a mentira ganhou honras de dogma. E o mal preside ao melhor dos mundos possíveis, cujo lema se esgota, doravante, no "quanto pior, melhor"»... Lembram-se? Estávamos em 2016.
Porra, mas mesmo a mim, o mais pessimista e empedernido dos oráculos, a bandalheira mediática, a desfaçatez imperiabunda a raiar a possessão infernal, enfim, a merdalheira moral e política bombada e matraqueada até à inanidade, me ultrapassaram por desmesurada escala. Confesso: estarreci. Se o Oxidente deu nisto, emigrar para a Rússia é pouco. É nada. Só mesmo para outra galáxia. Onde o fedor não alcance.
terça-feira, maio 24, 2022
Pay back time
Pois se os almoços não são grátis, haviam de o ser os banquetes e as orgias, ó pequeninos?!...
terça-feira, maio 02, 2017
Trumpetas do Apocalixo
Já agora, sobre o EstTrumpf Trumpetas, e após metódica observação, ocorreram-me alguns epitáfios do estilo:
1. A montanha pariu um rato, e o rato produziu uma lombriga que agora preside a ambos.
2. As notícias sobre a derrota da Bruxa estavam manifestamente exageradas... Não há almoços grátis, pois não? Nem jantares, tão pouco.
3. Entre a Bruxa e o Novo-Bush, afinal, cabia ao Demo a escolha. E este não se fez rogado: Funcionou a Democracia.
Mas acho que, de todas as que tenho lido, a síntese mais feliz é esta:
«So when is Trump sex change operation?
He´s reversed himself on everything else.»
- Justin Raimondo
Make what? Well, make Israel bigger.
terça-feira, abril 25, 2017
Partidofagias e Contos do Vigário (r)
Podia lá eu faltar a uma efemérdia festiva destas...
Fora tudo isso, as únicas agendas que cumprem vêm de fora e fazem parte do kit/alvará comercial. Ou do estojo de emergência, por dictatum ainda e sempre externo. Resume-se o fenómeno inteiro num aforismo simples: sacrifica-se o pagode para salvação dos eleitos.
PS: consta que as "câmaras corporativas" rosas e laranjas que infestam a blogosfera (quem a viu e quem a vê!...) são, em larga percentagem, tripuladas por funcionários públicos. Faz todo o sentido. Em pleno mundo às avessas, numa sociedade em putrefacção acelerada, o parasita ascende a guardião da moral pública.
segunda-feira, março 13, 2017
Lendas com pés de barro e nariz desmedido
«Following the breakdown of talks and the departure in 1973 of Spinola, who left morale at an all-time high, the counterinsurgency campaign was continued under General Bettencourt Rodrigues. However, the situation on Guinea begun to deteriorat during 1973, and it was clear that Spínola's inspiring leadership had served only to paper over serious cracks in the portuguese war effort. After his departure attitudes hardened on both sides, especially following Cabral's assassination by PAIGC dissidents in January 1973.»
«O ex-comandante de navio da força marinha do PAIGC, Álvaro Dantes Tavares, afirma que Amílcar Cabral foi assassinado por Inocêncio Kani, um dos principais elementos da força da marinha. Numa entrevista ao Ocean Press Álvaro Dantes Tavares considera que este facto foi desprestigiante para a marinha, a principal base do PAICV.»
domingo, março 12, 2017
Malditas Cassandras!
Chamo a atenção para a data desta entrevista: 2011. Portanto, as pessoas podem confrontar o que foi diagnosticado e prognosticado nos fenómenos históricos entretanto decorridos. Mas um trecho é sobremaneira significativo: quando ele refere o carácter praticamente marxista (por incubação neo-trotskeira, acrescento eu) da nova ideologia promotora das guerras: a "democratanóia globalhabunda". Isso, e o vaticínio, por arrasto implícito, de uma "nova-Al Caeda"...
Delírio? Três anos depois, em 2014, o Exército Islâmico fazia a sua proclamação ao mundo.
sexta-feira, março 10, 2017
quinta-feira, março 09, 2017
Dia Mundial da Gaja
terça-feira, março 07, 2017
Ironias do Destino
domingo, fevereiro 26, 2017
Apocalipses de alguidar
Este trecho, onde transparece todo um aparato algures entre um 1984 rilhafolesco, um dédalo kafkiano e um scketch montypytonesco, não foi retirado de nenhum alfobre de teoria da conspiração. Não, foi mesmo do Washington Post. De 2010. Ou seja, bem antes do Washington Post se ter dedicado, em exclusivo, a debitar teorias da conspiração. Cada qual mais descabelada e alucinada do que a anterior. E descreve, o trecho em epígrafe, a IC americórnia. A IC, que é como quem diz, a Inteligence Community da Democracia Liberal mais xpto e modelar do universo. De tal ordem que se viu transformada em produto de exportação global à força de tiro e bomba. Só que, de liberal, com uma hipertrofiação estatal destas, não tem nada; e de democracia, com uma obesidade subterrânea e inescrutivável destas, também não. Aliás, como a recente e excêntrica alcandoração do Donald vem demonstrando às escâncaras. A Coreia do Norte e o seu querido líder viram-se subitamente ultrapassados no concurso para a maior anedota do planeta: os Estados Unidos, com o seu abominado, vituperado e por todos os meios desancado e gozado presidente, ultrapassou-a. E, realmente, entre um país onde um povo lobotomizado idolatra o mandarim, ou um outro onde uma súcia de funcionários públicos e prostibulares se serve do legitimamente eleito pelo povo como saco de chacota, palhaço de feira e penico de necessidades, convenhamos, os norte-coreanos sempre dão ao mundo uma imagem mínima de ordem e lógica (poderá ser a pior governação do universo, mas sempre patenteia uma arrumação à vista de todos - o querido líder, rei-deus na terra, absolutismo sem Deus, decide e quando decide está decidido). Pelo contrário, os norte-americanos da hora que passa exibem um líder ao mundo que, afinal, revela-se agora sem margem para mais tretas, não decide nem comanda (nem nunca decidiu ou comandou) grande coisa. Só que, doravante, a fantochada degenerou em carnaval desatado, com lançamento de excrementos e frutas podres a céu aberto e ao desbarato. Porque, de facto, bem mais ridículo, grotesco e pavoroso do que ver os órgãos de comunicação social duma nação a fazerem a permanente apologia do seu dirigente máximo, é assistir a esses mesmos canais a executarem a mais completa, ininterrupta insidiosa e descarada pelourinhação pública do mesmo. Em suma, mais estapafúrdio ainda que ter deus no trono é fazer deste retrete pública e sentar nela o diabo eleito.«* Some 1,271 government organizations and 1,931 private companies work on programs related to counterterrorism, homeland security and intelligence in about 10,000 locations across the United States.
* An estimated 854,000 people, nearly 1.5 times as many people as live in Washington, D.C., hold top-secret security clearances.
* In Washington and the surrounding area, 33 building complexes for top-secret intelligence work are under construction or have been built since September 2001. Together they occupy the equivalent of almost three Pentagons or 22 U.S. Capitol buildings - about 17 million square feet of space.
* Many security and intelligence agencies do the same work, creating redundancy and waste. For example, 51 federal organizations and military commands, operating in 15 U.S. cities, track the flow of money to and from terrorist networks.
* Analysts who make sense of documents and conversations obtained by foreign and domestic spying share their judgment by publishing 50,000 intelligence reports each year - a volume so large that many are routinely ignored.»
quinta-feira, fevereiro 23, 2017
O Método da Necrose
quinta-feira, fevereiro 16, 2017
A Mira-esquerda pornomarxista
"O Óbito Marxista revisitado".
Um artigo interessante, com algumas teses indespiciendas.
PS: Aproveito para relembrar, parafraseando-me, o "Método do Cuco":
domingo, fevereiro 12, 2017
sexta-feira, fevereiro 10, 2017
Feed their Frankenstein
«The U.S. government’s multi-billion-dollar effort to counter narcotics in Afghanistan is a humiliating failure that’s resulted in a huge increase in poppy cultivation and opium production. Despite the free-flow of American tax dollars to combat the crisis, opium production rose 43% in the Islamic nation, to an estimated 4,800 tons, and approximately 201,000 hectares of land are under poppy cultivation, representing a 10% increase in one year alone.»
Existem as notícias falsas (fake news, em dialecto bárbaro, ou barbaranhol) e existem, por outro lado, as notícias invertidas (ou meramente equívocas), como é o caso em epígrafe. Nele se enuncia, com alguma angústia, que o investimento de vários biliões de dólares por parte do Império Americórnio (ou Impropério Global) foi um clamoroso falhanço. Não foi. Bem pelo contrário, foi um mui consequente êxito. Seria um desastre se eles tivessem, de facto, investido no combate. Mas já todos sabemos como funciona a semântica da propaganga improperial: "Combate", na retórica, significa, na realidade, o seu contrário, ou seja, apoio, catalisação, patrocínio. Por conseguinte, tratou-se dum formidável triunfo. A produção da preciosa mercadoria aumentou em 43%; e a área cultivada cresceu em cerca de 10%. Presume-se que, assim, no geral, houve igualmente um aumento galopante da produtividade laboral (ao qual a introdução de métodos mecanizados e maquinaria moderna não deve ser alheia). Este enorme aumento a montante (na produção) causará seguramente um exorbitante acréscimo nos lucros a jusante (na distribuição e retalho), que será, ainda assim, sempre escasso. Pois as despesas da CIA com guerras, guerrinhas e guerrilhas perpétuas, embrulhadas em revoluções e revolucinhas caleidoscópicas, constituem um sorvedouro insaciável de dinheiro. Sorvedouro, que digo eu, um autêntico maëlstrom!...
O combate ao narcotráfico é exactamente igual ao combate ao terrorismo. Aliás, os lucros do primeiro servem para cobrir as despesas do segundo. Neste momento, o ISIS, segundo certos rumores, disponibiliza bolsas de 1000 USD/mensais a todo o voluntário-estudante disposto a ingressar nas vagas de "refugiados-migrantes" em digressão/estágio europeu.
E tudo isto já nem é segredo nenhum, ou sequer teoria da conspiração. É apenas o mundo a (dis)funcionar.
quarta-feira, fevereiro 08, 2017
Hedge Afundadores
O Hedge-Fundo do genro dos Clintons fechou. Que chatice para o pencas Mezvinsky, essa estrela outrora ascendente do Money-Biz.
«Despite having Goldman Sachs CEO Lloyd Blankfein as an investor and being Bill and Hillary Clinton's son-in-law, Marc Mezvinsky (and two former colleagues from Goldman Sachs who manage Eaglevale Partners hedge fund) told investors in a letter last February they had been "incorrect" on Greece, generating staggering losses for the firm’s main Eaglevale Hellenic Opportunity, a/k/a the "Greek recovery" fund during most of its life. By 'incorrect' the Clinton heir apparent meant the $25 million Eaglevale Greek fund had lost a stunning 48% in 2014.»Pobrezinho, nem o bafo protector do Blankfein o salvou. Como, em jeito de fatal desenlace, conclui o pungente obituário:
« Why shutter so fast after the Hillary defeat? Perhaps because without having links into the state department, or the broader US government, any "informational arbitrage" edge Mezvinsky had hoped to have with Hillary as president, was finally gone.»Por estas e por outras... Não há-de estar a América "bem" zangadíssima com o (Es)Trumph!...
terça-feira, fevereiro 07, 2017
Histeria premeditada. E crónica.
«President Trump had paid a hefty advance to the Jews. He did (almost) all they wanted for their Jewish state: he promised to move the US embassy to the occupied Jerusalem thus legalising their annexation of the holy city; he condoned their illegal settlements, he gave them starred positions in his administration; he told the Palestinians to drop their case in the ICC or else, he even threatened Iran with war. All that in vain. Jewish organisations and Jewish media attack Trump without slightest hesitation and consideration. His first step in curbing the soft invasion wave had been met with uniform Jewish vehemence.
He was called a new Hitler and accused of hatred of Muslims: what else could cause the President to arrest, even for a few months, the brave new migration wave from seven Middle Eastern states? Today he singles out Muslims, tomorrow he will single out Jews, said Jewish newspapers. Migration is the lifeblood of America, and the Muslim refugees are welcome to bring more diversity to the US.
Massive demonstrations, generously paid for by this notable Jewish philanthropist Mr George Soros, shook the States, while judges promptly banned the banning order. They insisted the orders are anti-Muslim, and therefore they are anti-constitutional. Somehow the constitution, they said, promises full equality of immigrants and does not allow to discriminate between a Muslim and a Christian. This sounds an unlikely interpretation of the US Constitution. The US, and every other state, normally discriminates, or using a less loaded word, selects its potential citizens. The choice of seven states hasn’t been made by Donald Trump but by his saintly predecessor: President Barack Obama, this great friend of Muslims, made the choice personally some years earlier.
So Trump had made a most moderate and modest step in the direction of blocking immigration by picking states already selected by the Democratic President. One could reasonably claim that people of the seven states have a very good reason to hate America, and the reasons were supplied by previous US Presidents.
Libya, the most prosperous North African state until recently, had been ruined by President Obama: NATO invasion had brought Libya down; instead of stopping migration wave Libya had been turned into a jumping board for the Africans on their way North.
Syria is another Obama’s victim: by his insistence that ‘Assad must go’, by massive transfer of weaponry, money and equipment (remember white Toyota pickups?) to the Islamic extremists, he ruined this country.
Iraq has been ruined by President Bush Jr: he invaded the most advanced Sunni state, broke it to pieces and gave the centre of the country to the Isis.
Somalia has been ruined by President Bush Sr: he invaded this unfortunate country in the early nineties, when the USSR collapse allowed him to do so under the UN flag. Since then Somalia has become the supplier of choice of migrants and refugees for Sweden (there they formed the biggest community in Malmo and elsewhere), the US is also keen on getting them.
Yemen has been destroyed by Obama with Mme Clinton playing an important role: she facilitated delivery of weapons to Saudi Arabia in real time as they bombed Yemenis.
Sudan was bombed by President Clinton; afterwards this country had been dismembered and separate South Sudan had been created. Both halves became dysfunctional.
Iran is the odd one in the Magnificent Seven. It has not been invaded, has not been bombed, just threatened with invasion and bombardment for many years since President Carter. This country has no terrorists, it did not fail, its citizens are not running seeking for asylum. It was placed on the list by President Obama, who planned to bomb it, but never got to do it.
While Bush, Clinton and Obama bombed and invaded these countries, the Democratic humanitarians including their Jewish leaders just applauded and asked for more bombs. But they became appalled when Trump promised: no more regime change, end of “invade the world/invite the world” mode. Wikileaks put it well: bomb the Muslims, and you are fine; ban the Muslims, and you are the enemy.
Apparently, the people who instigated the Middle Eastern wars wanted to create a wave of refugees into Europe and North America in order to bring more colour and diversity to these poor monochrome lands. Welfare state, national cohesion, local labour and traditions will disappear, and these countries will undergo a process of homogenisation. Never again the natives will be able to single out Jews, for there will be no natives, just so many persons from all over the world, celebrating Kumbaya. The Jews will be able to get and keep their privileged positions in Europe as they do in the US. They won’t be alone: by their success, they will establish a pattern to copycat for whoever wants to succeed in the new world, and masses of imitation-Jews will support the policies of real Jews. Still, Jewish insistence on the Syrian refugees’ acceptance and on Muslim immigration in general is a strange and baffling phenomenon. Hypocrisy is too mild a word to describe that. We may exclude compassion as a cause for it. There are many thousands of natives of Haifa in Israel who suffer in Syria and dream to come back to their towns and villages, but the state of Israel does not allow these Syrian refugees to return for one crime: they aren’t Jews. Israel accepts Jews only; and American Jews do not object to it; they do not compare Israeli leaders with Hitler or Trump. Israel had build a wall on its border with Sinai, and this wall stopped the black wave of African migrants. American Jews did not shout “No wall, no ban” in front of Israeli Embassy. Mystery, eh?»
Foi um copy-paste desenfreado porque o artigo merece. Uma síntese eloquente do rilhafoles instalado.
quinta-feira, fevereiro 02, 2017
Há mais de um mês atrás, alinhavava eu o postal que se iniciava assim:
«Schumer Says Trump “Dumb” To Cross Intelligence Community — Payback Likely»
Em primeiro lugar, investiguemos quem é este Chuk Schumer, senador dumucrático (não é lapso, é mesmo assim que deve ser grafado)...
....
Ora, acontece que este Schumer não abranda no seu frenesim infeccioso. A sua mais recente aparição é toda ela um portento. Nem mais nem menos que o crocodilo lacrimejante por alma e tripa dos "muçulmanos interditados"...
«Chuck Schumer Cries During Speech Against Trump Immigration Order (Full Speech) | ABC News»
Há imagens e, mais ainda, figuras que dispensam mil comentários.
quarta-feira, fevereiro 01, 2017
A Indústria dos Refugiados
A Indústria dos refugiados? É um esquema de proxenetismo macabro como outro qualquer. Como o do Holocoiso, por exemplo. O entrevistado aí abaixo explica. Os otários, digo, os contribuintes (e então nos States, como eles são numerosos e adestrados!) subsidiam.













