sexta-feira, fevereiro 10, 2023

Palavras para quê?...

 


quinta-feira, fevereiro 09, 2023

3ª Lei de Newton

 




«US behind Nord Stream sabotage – Seymour Hersh»

O artigo integral aqui.


E com isto passa a oficial.  Com o Hersh, coitados, não podem chutar para teoria da conspiração ou propaganda pró-Putin. 
Já de seguida vamos ter mais um deplorável espectáculo circense, em perfeita sincronia com a palhaçada de Kiev, durante o qual  o alter-governo "alemão" vai exibir, protozoariamente, ao mundo e à História, além duma total ausência de testículos, também um completo desprovimento de cérebro e coluna vertebral. 

Lendo-se este parágrafo:


Será caso para alguma espectativa?  Dos protozoários, aposto, zero. Dos russos, suspeito que conhecem e praticam aquela máxima: a vingança serve-se fria. Eventualmente do estilo "efeito borboleta"... Uma explosão no Báltico ainda causa algum tsunami retardado na costa leste dos Morte Americanos.


PS: Estamos metidos numa grande alhada. Chamada planeta Terra. Ano de 2023, da desgraça do diabo.






quarta-feira, fevereiro 08, 2023

Ad Hominem das vísceras

 São dois dos certames mais frequentes  da música rock: qual é o teu Beatle preferido (Lennon ou Mckartney); qual é o teu Floyd preferido (Waters ou Gilmour). Vem ao caso a segunda. Mas o meu Floyd predilecto não é Waters nem Gilmour: é o fundador, Sid Barrett (o crazy diamond, pois); e o meu segundo predilecto também não é Waters nem Gilmour: é o Richard Wright, o teclista. No terceiro lugar, finalmente, surge Waters, o maior criador da segunda fase e, em larga medida, aquele a quem devemos Dark Side of The Moon e Wish you Were here, além de Animals e  The wall. E, na devida proporção, o herdeiro da loucura de Barret. Quanto a Gilmour é um extraordinário guitarrista, um bom músico, mas, enquanto pessoa, pelos vistos, está nos antípodas de Wright. 

Entretanto, Waters tem outra característica que muito prezo: é um tipo desassombrado, desalinhado e com eles no sítio. E não se aconchegou na lobotomia instalada. Ultimamente, a somar às críticas a Israel (pasme-se!), juntou a recusa da idolatria e da prostração adoradora ao psico-circo de Kiev. 

«(...)manteve comparações entre o estado de Israel e a Alemanha nazi e afirmou compreender a invasão da Ucrânia pela Rússia. O ex-Pink Floyd disse ainda ser “muito, muito triste” que os seus colegas de banda tenham gravado uma canção de apoio ao povo ucraniano.»

A resposta do "sistema" não se fez esperar. Afinal, a dimensão do Roger é tudo menos diminuta. O ventriloquismo, velhaco e sonso, processou-se através dum asset conveniente: a vagina do Gilmour. Diz que é escritora e Polly... altamente lambuzada pela crítica, isso é documentável, pelo que ficamos logo esclarecidos  quanto ao pedigree dos patrocínios e ao fulgor do talento (escreveu letras para os medíocres albuns a solo do marido, entre outros prodígios). Para notícia e amplificação pelos escatofones de serviço,  ficou um ad hominem em larga escala e menu completo:

Anti-semita, acima de tudo! Apologista de Putin, um mentiroso-hipócrita-fugitivo aos impostos, playbacker, misógino, invejoso, megalomaníaco e assim.

Escusado será dizer, que o Roger Waters subiu ainda mais na minha consideração. Dos vivos é, sem dúvida, o meu Floyd preferido. Continuo a admirar as guitarradas de Gilmour, mas mais nada.

E do vómito vaginal da coisa, só um epíteto se aproveita, ou seja, tem fundo de verosímil: invejoso. Sem dúvida, e o próprio Waters o reconhece, tem inveja, temos todos: de Lennon/McKartney. Já para não falar em J.S. Bach. Porque aí, não é apenas inveja, é desespero extremo com a nossa vermicular condição. 


PS: Em todo o caso, tem-me surpreendido como é que o Waters não foi ainda completamente cancelado. Mas suspeito que para lá caminha, a mau vapor.

Em honra do fustigado, fica um daqueles momentos para a eternidade e uma das minhas músicas para uma ilha deserta:





terça-feira, fevereiro 07, 2023

Iconorreia

 O estado cultural do Oxidente numa imagem:





segunda-feira, fevereiro 06, 2023

A maldição de Cassandra




«A Norwegian professor suggested that brain dead men and women should be kept alive and used as "whole body gestational" surrogates, according to a report published in the Journal of Theoretical Medicine and Bioethics.

"Whole body gestational donation offers an alternative means of gestation for prospective parents who wish to have children but cannot, or prefer not to, gestate," the report stated. "It seems plausible that some people would be prepared to consider donating their whole bodies for gestational purposes just as some people donate parts of their bodies for organ donation."»

Portanto, pessoas cerebralmente mortas devem ser mantidas vivas de modo a serem usadas como "dadores de corpo inteiro" para incubadoras de substituição.
Ou por outras palavras, seres humanos vegetalizados devem servir para casulo de gestação e assim.

É impressão minha ou, à primeira vista, isto flutua algures entre aquelas maternidades de Alien, o Oitavo Passageiro e a Noiva de Frankenstein?...
Por outro lado, homens ou mulheres cerebralmente mortos, principia na generalidade dos actuais políticos europeus (com a Ursula Louca à cabeça) e vem por aí abaixo, em cascata, até uma grande generalidade das massas de consumidores, eleitores e contribuintes.
Traduzindo então o plano/programa mirabolante do professor escandinabo: significa que seres  cerebralmente mortos devem ser mantidos vivos para que outros seres cerebralmente falecidos (moribundos, inertes ou zombis) possam reproduzir-se sem dor ou maçada?  Isto, para pessoas evoluídas do estilo LGTcoiso ou Ambientalismo GTI deve fazer imenso sentido. Mas a mim, confesso, estou confuso.

Um upgrade na barriga de aluguer: o cadáver-útero, é isso?

"We cannot yet forego the uterus altogether for the reproduction of our species," Smajdor stated. "But we can transfer the risks of gestation to those who are no longer able to be harmed by them.", diz ele, o nabo escandido.

Os riscos de serem magoadas, as fêmeas, por um feto dentro delas. Pois, imagino o horror (volto ao Oitavo Passageiro...)
Há que, sim, sem dúvida, «mitigate feminist concerns» (mitigar as angústias feministas, meu Deus, como não, é mesmo urgente...) Já nem vou dormir esta noite, atormentado com tais problemas.

PS: Releiam isto, sff. Escrevi-o originalmente em 1987. E foi de chofre, sem pensar muito. Era suposto não passar dum exercício, embora de certa forma premonitório, de humor negro. Que se comece a tornar, cada vez mais, realidade, em nada me reconforta. Abençoados os brutos.

domingo, fevereiro 05, 2023

Racionalidade, essa utopia

 Não se chama António, mas Agostinho, e lá vai pregando aos peixes. Peixes que já fedem, sobretudo da cabeça. Pelo que a tarefa, além de inglória e baldada, é, sobretudo, perigosa. O homem arrisca-se a linchamento mediático pelos patrulheiros da lobotomia instalada. Já houve várias tentativas, aliás, se bem me lembro. Um militar com tomates deveio raridade a Oxidente. Ainda mais acima do crivo "democrático" de coronel. A selecção para general costuma coincidir com a auto-mutilação voluntária e espalhafatosa. O processo, pelos vistos, não atingiu ainda a perfeição. No meio dos homúnculos passevitados, lá vai escapando um ou outro homem de vez em quando.

E nem se trata aqui de ser pró isto ou pró aquilo. Trata-se apenas do básico e sensato exercício da política de qualquer estado soberano: em primeiro lugar, somos pró Portugal. Em segundo, somos pró Portugal. Em terceiro, somos também pró-Portugal. E depois logo se vê: vamos manobrando e arquitectando conforme o ser pró Portugal não se coloca nem em rotura, nem em conflito, quer com pseudo-aliados (os aliados são sempre pseudo-aliados - os americanos ensinaram-nos isso, de cátedra, em mais de 50 anos), quer com pseudo-inimigos (toda a gente é inimiga dos americanos, segundo eles: uns em acto, outros em potência, fora aquela ridícula e ruidosa excepção que todos conhecem). Em tese, por conseguinte, apoiamos os primeiros; na prática, nunca hostilizamos estupidamente os segundos. Tanta fantasia e superstição com a tal racionalidade e, no fim das contas, tanta aversão e alergia a praticá-la. 

sábado, fevereiro 04, 2023

A Melodia do gatilho





 Autodenominam-se "Os músicos". São, muito provavelmente, a melhor tropa de choque do planeta, à presente data. De longe. Tive uns vislumbres do seu tipo de instrução, com munição real desde o primeiro dia, e ocorreu-me uma certa semelhança aos "comandos" portugueses da era colonial. Fico nostálgico, sempre que deparo com estas irrupções homéricas intempestivas. Até do meu curso, e garanto-vos que não é nada que deixe muitas saudades, especialmente a "prova de choque", ou "zero", como se dizia antigamente. Estou a falar, como já devem, ter adivinhado, do famoso (famigerado para os coninhas e neo-coninhas) "Grupo Wagner" PMC. O PMC é só fachada. É tentar equiparar os Wagner àqueles excrementos da Blackwater/Academy e quejandos anglo-excursionistas de aluguer. O Wagner é um caso à parte. Sui generis, como sói dizer-se. Estão para o gatilho um pouco como o Robert Fripp está para a guitarra eléctrica. Há ali qualquer coisa que remonta à nobre tradição da antiga Legião Estrangeira. Mercenários é apenas o acessório, a essência é outra. Marcham ao som duma música que só eles escutam. Estritos PMCs jamais combateriam assim. Nem quaisquer tropas meramente mercenárias, como, de resto, documenta a História universal, sem excepção.

Prigozhin, o maestro-em-chefe, é um tipo com, pelo menos, duas virtudes raras e louváveis: tem-los no sítio; cumulados dum sentido de humor implacável. Na carta aberta a anão Zelicoso:


Já na carta aberta à Casa Branca, a propósito do Wagner ter sido declarado organização terrorista porque sim, escreveu mais laconicamente:

"Dear Mr. Kirby,

Could you please clarify what crime was committed by PMC Wagner?"

quinta-feira, fevereiro 02, 2023

O Ghost Carrier do Dniepr




 Acabo de me aperceber, entre estarrecido e indignado,  que os brasileiros dispõem de um "porta-aviões fantasma", e, pasme-se, preparam-se para afundá-lo no meio do oceano.

Desperdício inadmissível, se querem a minha opinião. Leviandade incorrigível dos nossos irmãos tropicais, para não variar. Mas ainda vão a tempo e corrigir o monumental erro. O desprezo olímpico pelos necessitados. Sucatas de guerra e belicismos fantásticos é no Circo Buraco Negro da Ucrânia. Toda a gente sabe. É todo um bestiário formidável: já lá têm o "fantasma de Kiev" (Ghost para os bárbaros); os massacres fantásticos de Bucha e Estica; as valas a céu aberto de espectros irrequietos; as câmaras de tortura para criancinhas imaginárias e barbies avulsas; etc, etc. Ora, um porta-aviões fantasma era ouro sobre azul. E reparem, embora degradadas a um amarelo de hospício e um azul apaneleirado não são precisamente essas as cores da Kievlândia!...(e, por arrasto e simpatia, do conjunto calça/casaco da Úrsula Louca)...

Depressa, reboquem-no para o Mar Negro, enquanto eles ainda têm Odessa!... Vai fazer um figurão pelo Dniepr acima! E pelo Dniepr abaixo.

quarta-feira, fevereiro 01, 2023

À caça do Godot




« 🚨BREAKING🚨After announcing 10 million ruble reward for destroyed Abrams MBTs, Ivan Okhlobystin had to change his contacts as he got flooded by requests from Ukrainians who, true to their nature, started asking if they'd get paid too if they destroyed an Abrams.»

Já têm a blindagem a prémio e, provavelmente, nunca lá vão chegar. Foi só mesmo um pretexto/estratagema para causar uma razia nos "leopardos" e na "concorrência (tecnológica) alemã". Imaginem só: os tipos do ISIS, na Síria (e até as moças do Kurdistão), chamaram um figo aos "leopards" turcos; calculem os russos... 


terça-feira, janeiro 31, 2023

Para o Donbass e em Força!

 




O Presidente da Croácia também já está na lista para abate dos Kievitas fofinhos e ultra-levures.  Disse qualquer coisa menos encomiástica e venerativa da russopatia ucranicosa e pronto: no pelourinho, em lista de espera. Democracia sem filtros.

Já o anão cocainolatra que presta serviços de intendência exige não apenas mais e melhores armas, como, sobretudo, todas. É imperioso que o oxidente lá despeje tudo o que tem, sob pena do fim do mundo em cuecas.  Leopardos, panteras, tigres, leões, avestruzes, águias, corvos, enfim, o zoo completo. Afinal, aquilo é um circo. O Urso, entretanto, já esfarrapou o equivalente a dois exércitos - entre acrobatas, palhaços, contorcionistas -,  mais respectivos arsenais,  mas continua cheio de apetite. Tremendos maus fígados. Convém nunca deixá-lo desocupado, quando não ainda se entrega a alguma ideia menos pacífica e conveniente do que estar ali, sossegado, pachorrento, a aviar exércitos à patada.  Portanto, é urgente que, a seguir aos tanques, lhe entreguem, ao nanosidente roncante, os caças bombardeiros, os mísseis balísticos continentais, intercontinentais e exoplanetários e, por fim, as armas atómicas que forem necessárias. Afinal, a ideia é mesmo acabar com isto tudo.  Despacha-se para ele, ele despacha para o urso e o feroz plantígrado ministra o despacho final.  Às vezes, azucrina-me até uma dúvida inquietante: mas, afinal, o mini zelento trabalha para os anglossauros ou para o urso?...

Todavia (e agora vem a parte menos delicada e maviosa), como as armas, infelizmente, ainda não se encontram no estado de perfeição robot, requerem operadores e portadores ambulantes. Pelo que, junto com aquelas, o tal micrómegas, exige que todos os governos vassalos, digo europeus oxidentalizados, lhe canguem sem mais nem moras,  os ucranianos emigrados, em estado de uso (mais de 15 e menos de 80), os detenham sem piedade e os devolvam à força -já devidamente fardados, ataviados, treinados e instalados nos equipamentos peregrinos de última geração - que é para ele, o homúnculo diligente, entregar ao urso. Afinal, é guloso o animal: tanque sem recheio nem lhe pega. E como, por aquelas bandas, esgotadas crianças e aleijadinhos, já pouco sobra com que rechear os petiscos, os empratamentos, as colmeias...

Perante tamanha míngua ocorreu-me até uma ideia benemérita... Foi ao deparar-me com a generosidade assanhada do Iniciativa Liberrante  que se me aflorou às meninges. Não obstante, algumas questões prévias, meramente propedêuticas: A IL (não sei bem porque mas a sigla lembra-me sempre uma ILGA amputada), bem, a IL tem noção do preço dum Leopard II? Tem noção de quem o paga, isto é, pagou? e quanto custa a reparação, manutenção e abastecimento duma besta destas?  Posso adiantar que estamos a falar ao nível dos milhões de euros (sensivelmente a dezena por cada bicharoco). Mas, sobremaneira importante (para a IL), dinheiros públicos, dos contribuintes, da república portuguesa. Ora, se a IL quer brincar às guerras (quem diria, tão sonsinhos e depois, vai-se ver, e tão belicosos e amiguinhos da sarrafada), das duas uma: ou recorre à iniciativa privada (esse tótem tribal dos ILusionistas deste mundo) ou a alguma forma de mecenato pessoal (ou ainda, a limite, em desespero, ao crowdfunding). Uma vez aí, devidamente estabelecidos e financiados, podem então entregar-se às patacoadas e grunhices que muito bem lhes fomentem e adubem a aleivosia. No caso do presente material em questão, no estado de pré ou semi-sucata, podem mesmo dois portentos simultâneos (e aqui irrompe cintilante, a minha ideia): custeiam a reparação (aviso já que não é barata), auxiliam na mesma com as próprias patinhas e, por fim, após instrução mínima apropriada, embarcam a bordo dos mesmos e dirigem-se, com denodo e coerência, à frente de combate. De preferência ali para os lados do Donbass. Os Russos agradecem. E nós, portugueses, embora poucos, ainda mais.

PS: Em Espanha, estão assim. Imaginem cá. E, já agora, anotem a parte mais suculenta da notícia:

«Espanha terá de fazer um grande esforço técnico e orçamental para poder cumprir os compromissos perante os seus aliados na ajuda militar à Ucrânia.»


segunda-feira, janeiro 30, 2023

O Papa-Star (e o Church Metal Way)




 Quase que dispensa comentários. A própria expressão diz tudo. É todo um programa, um estado civilizacional... Altar-Palco. Presumo que a primeira parte do espectáculo esteja a cargo dos U2. Ou a segunda, que sei eu. Vai ser um sucesso.

Quanto às confusões e embaraços do costume, com os saques e comilanços da praxe, francamente, se já organizam o Rock in Rio com uma perna às costas, mais fácil era  o Chico in Rio (até de braço ao peito). Era só entregar o evento aos profissionais do ramo. Mas assim saia barato e minguavam as comissões... Ora, nesta demopiolheira, à beira-mar desplantada, sem caga-milhões nada feito!...

Quanto ao teor do concerto, suspeito que estamos cada vez mais perto do profetizado aqui, ao vivo, pela Rádio Vulva FM, em 19 de Junho de 2005.

O Programa segue dentro de momentos

 Pedimos desculpa por esta interrupção (não voluntária) da emissão. O programa segue dentro de momentos.

PS: Cortaram-me de novo o pio. Diz que foi a tempestade pretérita que se infiltrou numa das caixas de derivação de cabos.  Bem, se foi a tempestade, nada a opor. As tempestades são, por natureza, santas. 

terça-feira, janeiro 24, 2023

Os patrocinadores das Agências

 

«Como o Canibal Soros coopta os merdia e censura a crítica»


Lá fora, entre os bárbaros, chamam-lhes, e muito apropriadamente, "presstitutes", a essas coisas mascaradas de jornalistas que enxameiam e contaminam páginas e canais. No mesmo tema, salvo erro, terá sido Soral que lapidou: "Hoje em dia há duas espécies de jornalistas: os prostitutos e os desempregados". Suponho que o lema deontológico actual da seita será qualquer coisa como "se não te vendes, não te pagamos". 
O artigo em epígrafe aborda, com alguns nomes e dados concretos, um dos casos mais avantajados e fétidos dessa fauna coprofânica de subsargeta. Tanto a nível de patrocinador, quanto de annilinguistas apaniguados.
Mas o que eu acho mais alarmante e formidável é a forma como já funcionam, e reverberam, em larga escala, quase planetária mesmo. De tal modo, que os saguins aqui da paróquia, em menos de nada, numa diabólica e ruidosa rede, quase instantânea, já regurgitam e expelem, ipsis verbis, o lixo expelido pelas centrais merdiáticas amestradas. Depois, tudo funciona numa espécie de cascata, em jeito de espelho invertido e perverso da própria hierarquia angelical da verdade (como a viam os medievais). A mentira não desce dos céus, através de ordens sucessivas de seres luminosos, do Alto para o baixo; opera precisamente ao contrário, como lhe é próprio e fatídico: do Mais Baixo e Imundo até à superfície dos terraplenados e rastejantes, onde se propõe tudo converter e dissolver numa nata apantanada e vurmosa, a exalar odores pestíferos e vapores sulfurosos.

Uma curiosidade: tentem lá escrever "Soros" ao contrário, da última letra para a primeira... O que é que dá?


domingo, janeiro 22, 2023

O Verdadeiro holocausto

 Entretanto, no Estado de Israel parece que a educação vai de vento...em proa. Um farol para o mundo e arredores...

«Last night Channel 13 news revealed recordings of instructors at a top Israeli religious academy. In part 1, the head of the seminary pines for the return of slavery – said to be the natural order – because Arabs have “genetic problems” and thus they “want to be under occupation”

(...)

"in part 2, a seminary instructor explains that Hitler was “most righteous” and Nazi ideology was internally consistent, moral, and a cure for Jews whose disease is that they don’t immigrate to Israel. Furthermore, he says, the REAL Holocaust is secularism, pluralism and humanism"

(...)

These remarks were no slips of the tongue, they were repeated over and over for years, accurately reflecting the agenda of the Jewish Home / Kahane coalition whose leader, the seminary’s patron rabbi, is set to be Israel’s new Education Minister.

Imaginem - não é difícil - que qualquer outro estado, sobretudo europeu, se propõe estes mesmos princípios e desígnios. Ou seja, e sem precisar sequer de se socorrer da muleta nazi, arvora ou ensaia medidas de legítima defesa contra o "secularismo/pluralismo/humanismo". Qual é o labéu que lhe despejam logo em cima, tipo sulfato anti-praga? Anti-semita, pois. Racista, no mínimo. Fascista, a todo o vapor. E, no entanto, repito, qualquer legítima defesa digna desse nome, nem sequer é, na essência ou motivação, anti-semita,  racista, ou, muito menos, fascista. Mais que uma ideologia ou projeção dela envolve uma coisa mais antiga, imperiosa e instintiva: a vontade de sobrevivência. Ou seja, o elementar apego à vida.

Resumindo, aquilo que o sionismo usa para subverter e contaminar os outros - a tal inoculação do "secularismo/pluralismo/humanismo" em doses de mata-cavalo - sendo óptima e indispensável nesses outros, é, todavia, péssima neles, os eleitos. Mas o rabi é honesto e vai direito à questão: o verdadeiro holocausto está em curso. 

Seria bom que os escravos começassem a estudar melhor a educação dos senhores. Talvez aprendessem qualquer coisa.

sábado, janeiro 21, 2023

Para-comandos e para-plégicos, a trincheira não é esquisita

 Afinal, segundo os últimos desenvolvimentos estratégicos no terreno, e sobretudo depois da visita relâmpago do cacique da CIA ao covil do Neo-Churchill de Calcutá 2.0 (algures num estúdio televisivo na Polónia), os Kievitas já não precisam de tanques nem  de armas pesadas. Descobriram um novo método ofensivo que só não é revolucionário porque é reciclavagante e que, além de aterrador, é extremamente desmoralizabundo para o inimigo: Vão atacar à dentada. Literalmente. Brigadas de para-olímpicos, digo, para-comandos, de dentes aguçados e especialmente treinados, vão mastigar e, quiçá, regurgitar as linhas russas. Estou na reinação? Humor negro? Nem por sombras. É mesmo a única dedução possível. Senão, expliquem-me lá o que se segue:


This man's name is Ruslan Kubay received a summons in Lviv. The employees of the national police did not believe the man's illness and offered him to go to the military registration and enlistment office. He was declared fit for service and sent for a medical examination.


Vêem?... Poderá não ter mãos, mas aposto que tem uma dentadura cinco estrelas. Unidades de elite, já não escapa,

sexta-feira, janeiro 20, 2023

Tirano do Ano

 Uma ONG britânica, com o mimoso título de "Index of Censorship", procedeu à eleição de "Tirano do Ano 2022".

Agora pasmem: o nosso Vlad Putin não ganhou, destacadíssimo. Nem o Querido Líder da Coreia de Cima, sentem-se. Nem o Grande Timoneiro da China Má", escancarem a boca. Nem o Maduro  venezuelano, engasguem-se.  Nem o Presidente Assad da Síria, revirem os olhos. Nem nenhuma daqueles Super Sobas lá das Áfricas, estremeçam. O Abominável do Irão? esqueçam. E também o Príncipe Saudita, o da Nicarágua e até a Junta Birmanesa. 

O vencedor, imaginem, é o Presidente Eleito do México. Tentem não cair de cu.  Que justeza ou coerência há nisto? Tanta quanto eleger o palhaço da Ucrânia como a Epítome da Democracia, em cumulação com Churchill Ressuscitado + upgrade 2.0 - a coca em vez de álcool, o borderline em vez do bipolar. Na realidade, a justeza não é nem nunca foi para aqui chamada. Muito menos a justica. É sempre a mesma e velha questão: e estrita e estreita - para não dizer grunha - conveniência. Basta atentar na lista dos patrocinadores da mimosa ONG britânica: o Departamento de Estado Americano à cabeça. Os Koch brothers logo a seguir. E o Canibal Soros lá pelo meio. Enfim, a elitose globotreta e plutochunga do costume.

Uma coisa é certa: os anglos odeiam o homem. Não faço a mais pequena ideia, à parte o circo da droga (onde a CIA anda metida até aos cabelos), do que raio se passa por aquelas bandas. Que pecados terá perpetrado contra o oxidente para motivar uma tal azia e acrimónia. Mas fico plenamente convicto que não faltará muito para o desgraçado aparecer abatido num qualquer telejornal aqui perto.

PS: A ver se me documento sobre este assunto. Parece prometedor.

PS2: Acabo de descobrir que o "tirano do ano" é "left wing", mas disse uma com piada:

«Mexico’s President AMLO demands freedom for Julian Assange, ‘prisoner of conscience’ and ‘best journalist of our time’»

Adeuzinho, ó Cara-de-cavalo!

 A delegada do WEF na curadoria Neo-Zelandeza acaba de abandonar o cargo. Jacinda - mais conhecida por Cara-de-cavalo - Ardern foi gozar os rendimentos.


Quem ficou devastado foi o povo lá das ilhas. Pela acção desgovernativa da ora demissionária, como é fácil de calcular. Porque quanto à disposição sentimental parece que foi como se segue:

Rukshan Fernando no Twitter: "Just in: Live shots of NZ reacting to Jacinda Ardern's resignation. 😂😂😂 https://t.co/L8OOdz7vAU" / Twitter

Eles comemoram e eu também!...

quinta-feira, janeiro 19, 2023

Emmanuel Todd e a Crise Ocidental

 Mais uma voz serena contra o ruído ensurdecedor.




Tanques very much

 

"Tanques devem ser entregues" à Ucrânia, defende Charles Michel"

«Zelensky diz que Portugal está disponível para enviar tanques à Ucrânia»

Graças às suas enormes reservas estratégicas, que datam ainda dos anos 60, Portugália/o/lhes, já está a cumprir a sua parte. O nosso ministro cadáver ambulante  ordenou mesmo o envio, com carácter de urgência, de várias brigadas do tanque  Xuxaimite MK1:



E também algumas unidades substancialmente actualizadas - com upgrade ao nível do software e sistemas de aquisição de alvo - do Xupagrana MK2, mais conhecido como TGF TDI  (Terror geminado  das feministas & transexuais direct injection):



Os nossos tanques, com capacidade Todo Terreno integral, modelo unissexo (mas facilmente convertível a bissexo, polissexo e pantassexo), imunes às condições atmosféricas, dispensando qualquer tipo de combustível ou reabastecimento,  indiferentes a falhas eléctricas na rede, amicíssimos do ambiente por conseguinte, dada a sua pegada ecológica quase nula (apenas emitindo ao nível dos gases naturais do condutor) e, sobretudo, nec plus ultra, praticamente impossíveis de desvio e venda no mercado negro, tanto na darkweeb, quanto no ebay, na black-amazon, ou mesmo no Olx, constituem, ninguém duvide, a arma ideal para as actuais circunstâncias ukranicosas no teatro de operações e de comédia, passe a redundância na figura do anão presidente.
Vão obstar-nos, alguns peritos militares, que os russos estão armados até aos dentes com máquinas de lavar roupa 5G... Sim, com efeito, mas todas elas canibalizadas, ou já esqueceram? Os nossos tanques vão causar desmoralizações e debandadas em série. Ninguém se admire se só pararem em Vladivostoque.