sexta-feira, fevereiro 10, 2023
quinta-feira, fevereiro 09, 2023
3ª Lei de Newton
quarta-feira, fevereiro 08, 2023
Ad Hominem das vísceras
São dois dos certames mais frequentes da música rock: qual é o teu Beatle preferido (Lennon ou Mckartney); qual é o teu Floyd preferido (Waters ou Gilmour). Vem ao caso a segunda. Mas o meu Floyd predilecto não é Waters nem Gilmour: é o fundador, Sid Barrett (o crazy diamond, pois); e o meu segundo predilecto também não é Waters nem Gilmour: é o Richard Wright, o teclista. No terceiro lugar, finalmente, surge Waters, o maior criador da segunda fase e, em larga medida, aquele a quem devemos Dark Side of The Moon e Wish you Were here, além de Animals e The wall. E, na devida proporção, o herdeiro da loucura de Barret. Quanto a Gilmour é um extraordinário guitarrista, um bom músico, mas, enquanto pessoa, pelos vistos, está nos antípodas de Wright.
Entretanto, Waters tem outra característica que muito prezo: é um tipo desassombrado, desalinhado e com eles no sítio. E não se aconchegou na lobotomia instalada. Ultimamente, a somar às críticas a Israel (pasme-se!), juntou a recusa da idolatria e da prostração adoradora ao psico-circo de Kiev.
A resposta do "sistema" não se fez esperar. Afinal, a dimensão do Roger é tudo menos diminuta. O ventriloquismo, velhaco e sonso, processou-se através dum asset conveniente: a vagina do Gilmour. Diz que é escritora e Polly... altamente lambuzada pela crítica, isso é documentável, pelo que ficamos logo esclarecidos quanto ao pedigree dos patrocínios e ao fulgor do talento (escreveu letras para os medíocres albuns a solo do marido, entre outros prodígios). Para notícia e amplificação pelos escatofones de serviço, ficou um ad hominem em larga escala e menu completo:
Escusado será dizer, que o Roger Waters subiu ainda mais na minha consideração. Dos vivos é, sem dúvida, o meu Floyd preferido. Continuo a admirar as guitarradas de Gilmour, mas mais nada.
E do vómito vaginal da coisa, só um epíteto se aproveita, ou seja, tem fundo de verosímil: invejoso. Sem dúvida, e o próprio Waters o reconhece, tem inveja, temos todos: de Lennon/McKartney. Já para não falar em J.S. Bach. Porque aí, não é apenas inveja, é desespero extremo com a nossa vermicular condição.
PS: Em todo o caso, tem-me surpreendido como é que o Waters não foi ainda completamente cancelado. Mas suspeito que para lá caminha, a mau vapor.
Em honra do fustigado, fica um daqueles momentos para a eternidade e uma das minhas músicas para uma ilha deserta:
terça-feira, fevereiro 07, 2023
segunda-feira, fevereiro 06, 2023
A maldição de Cassandra
«A Norwegian professor suggested that brain dead men and women should be kept alive and used as "whole body gestational" surrogates, according to a report published in the Journal of Theoretical Medicine and Bioethics.
"Whole body gestational donation offers an alternative means of gestation for prospective parents who wish to have children but cannot, or prefer not to, gestate," the report stated. "It seems plausible that some people would be prepared to consider donating their whole bodies for gestational purposes just as some people donate parts of their bodies for organ donation."»
domingo, fevereiro 05, 2023
Racionalidade, essa utopia
Não se chama António, mas Agostinho, e lá vai pregando aos peixes. Peixes que já fedem, sobretudo da cabeça. Pelo que a tarefa, além de inglória e baldada, é, sobretudo, perigosa. O homem arrisca-se a linchamento mediático pelos patrulheiros da lobotomia instalada. Já houve várias tentativas, aliás, se bem me lembro. Um militar com tomates deveio raridade a Oxidente. Ainda mais acima do crivo "democrático" de coronel. A selecção para general costuma coincidir com a auto-mutilação voluntária e espalhafatosa. O processo, pelos vistos, não atingiu ainda a perfeição. No meio dos homúnculos passevitados, lá vai escapando um ou outro homem de vez em quando.
E nem se trata aqui de ser pró isto ou pró aquilo. Trata-se apenas do básico e sensato exercício da política de qualquer estado soberano: em primeiro lugar, somos pró Portugal. Em segundo, somos pró Portugal. Em terceiro, somos também pró-Portugal. E depois logo se vê: vamos manobrando e arquitectando conforme o ser pró Portugal não se coloca nem em rotura, nem em conflito, quer com pseudo-aliados (os aliados são sempre pseudo-aliados - os americanos ensinaram-nos isso, de cátedra, em mais de 50 anos), quer com pseudo-inimigos (toda a gente é inimiga dos americanos, segundo eles: uns em acto, outros em potência, fora aquela ridícula e ruidosa excepção que todos conhecem). Em tese, por conseguinte, apoiamos os primeiros; na prática, nunca hostilizamos estupidamente os segundos. Tanta fantasia e superstição com a tal racionalidade e, no fim das contas, tanta aversão e alergia a praticá-la.
sábado, fevereiro 04, 2023
A Melodia do gatilho
Autodenominam-se "Os músicos". São, muito provavelmente, a melhor tropa de choque do planeta, à presente data. De longe. Tive uns vislumbres do seu tipo de instrução, com munição real desde o primeiro dia, e ocorreu-me uma certa semelhança aos "comandos" portugueses da era colonial. Fico nostálgico, sempre que deparo com estas irrupções homéricas intempestivas. Até do meu curso, e garanto-vos que não é nada que deixe muitas saudades, especialmente a "prova de choque", ou "zero", como se dizia antigamente. Estou a falar, como já devem, ter adivinhado, do famoso (famigerado para os coninhas e neo-coninhas) "Grupo Wagner" PMC. O PMC é só fachada. É tentar equiparar os Wagner àqueles excrementos da Blackwater/Academy e quejandos anglo-excursionistas de aluguer. O Wagner é um caso à parte. Sui generis, como sói dizer-se. Estão para o gatilho um pouco como o Robert Fripp está para a guitarra eléctrica. Há ali qualquer coisa que remonta à nobre tradição da antiga Legião Estrangeira. Mercenários é apenas o acessório, a essência é outra. Marcham ao som duma música que só eles escutam. Estritos PMCs jamais combateriam assim. Nem quaisquer tropas meramente mercenárias, como, de resto, documenta a História universal, sem excepção.
Prigozhin, o maestro-em-chefe, é um tipo com, pelo menos, duas virtudes raras e louváveis: tem-los no sítio; cumulados dum sentido de humor implacável. Na carta aberta a anão Zelicoso:
Já na carta aberta à Casa Branca, a propósito do Wagner ter sido declarado organização terrorista porque sim, escreveu mais laconicamente:
Could you please clarify what crime was committed by PMC Wagner?"
quinta-feira, fevereiro 02, 2023
O Ghost Carrier do Dniepr
Acabo de me aperceber, entre estarrecido e indignado, que os brasileiros dispõem de um "porta-aviões fantasma", e, pasme-se, preparam-se para afundá-lo no meio do oceano.
Desperdício inadmissível, se querem a minha opinião. Leviandade incorrigível dos nossos irmãos tropicais, para não variar. Mas ainda vão a tempo e corrigir o monumental erro. O desprezo olímpico pelos necessitados. Sucatas de guerra e belicismos fantásticos é no Circo Buraco Negro da Ucrânia. Toda a gente sabe. É todo um bestiário formidável: já lá têm o "fantasma de Kiev" (Ghost para os bárbaros); os massacres fantásticos de Bucha e Estica; as valas a céu aberto de espectros irrequietos; as câmaras de tortura para criancinhas imaginárias e barbies avulsas; etc, etc. Ora, um porta-aviões fantasma era ouro sobre azul. E reparem, embora degradadas a um amarelo de hospício e um azul apaneleirado não são precisamente essas as cores da Kievlândia!...(e, por arrasto e simpatia, do conjunto calça/casaco da Úrsula Louca)...
Depressa, reboquem-no para o Mar Negro, enquanto eles ainda têm Odessa!... Vai fazer um figurão pelo Dniepr acima! E pelo Dniepr abaixo.
quarta-feira, fevereiro 01, 2023
À caça do Godot
Já têm a blindagem a prémio e, provavelmente, nunca lá vão chegar. Foi só mesmo um pretexto/estratagema para causar uma razia nos "leopardos" e na "concorrência (tecnológica) alemã". Imaginem só: os tipos do ISIS, na Síria (e até as moças do Kurdistão), chamaram um figo aos "leopards" turcos; calculem os russos...
terça-feira, janeiro 31, 2023
Para o Donbass e em Força!
O Presidente da Croácia também já está na lista para abate dos Kievitas fofinhos e ultra-levures. Disse qualquer coisa menos encomiástica e venerativa da russopatia ucranicosa e pronto: no pelourinho, em lista de espera. Democracia sem filtros.
Já o anão cocainolatra que presta serviços de intendência exige não apenas mais e melhores armas, como, sobretudo, todas. É imperioso que o oxidente lá despeje tudo o que tem, sob pena do fim do mundo em cuecas. Leopardos, panteras, tigres, leões, avestruzes, águias, corvos, enfim, o zoo completo. Afinal, aquilo é um circo. O Urso, entretanto, já esfarrapou o equivalente a dois exércitos - entre acrobatas, palhaços, contorcionistas -, mais respectivos arsenais, mas continua cheio de apetite. Tremendos maus fígados. Convém nunca deixá-lo desocupado, quando não ainda se entrega a alguma ideia menos pacífica e conveniente do que estar ali, sossegado, pachorrento, a aviar exércitos à patada. Portanto, é urgente que, a seguir aos tanques, lhe entreguem, ao nanosidente roncante, os caças bombardeiros, os mísseis balísticos continentais, intercontinentais e exoplanetários e, por fim, as armas atómicas que forem necessárias. Afinal, a ideia é mesmo acabar com isto tudo. Despacha-se para ele, ele despacha para o urso e o feroz plantígrado ministra o despacho final. Às vezes, azucrina-me até uma dúvida inquietante: mas, afinal, o mini zelento trabalha para os anglossauros ou para o urso?...
Todavia (e agora vem a parte menos delicada e maviosa), como as armas, infelizmente, ainda não se encontram no estado de perfeição robot, requerem operadores e portadores ambulantes. Pelo que, junto com aquelas, o tal micrómegas, exige que todos os governos vassalos, digo europeus oxidentalizados, lhe canguem sem mais nem moras, os ucranianos emigrados, em estado de uso (mais de 15 e menos de 80), os detenham sem piedade e os devolvam à força -já devidamente fardados, ataviados, treinados e instalados nos equipamentos peregrinos de última geração - que é para ele, o homúnculo diligente, entregar ao urso. Afinal, é guloso o animal: tanque sem recheio nem lhe pega. E como, por aquelas bandas, esgotadas crianças e aleijadinhos, já pouco sobra com que rechear os petiscos, os empratamentos, as colmeias...
Perante tamanha míngua ocorreu-me até uma ideia benemérita... Foi ao deparar-me com a generosidade assanhada do Iniciativa Liberrante que se me aflorou às meninges. Não obstante, algumas questões prévias, meramente propedêuticas: A IL (não sei bem porque mas a sigla lembra-me sempre uma ILGA amputada), bem, a IL tem noção do preço dum Leopard II? Tem noção de quem o paga, isto é, pagou? e quanto custa a reparação, manutenção e abastecimento duma besta destas? Posso adiantar que estamos a falar ao nível dos milhões de euros (sensivelmente a dezena por cada bicharoco). Mas, sobremaneira importante (para a IL), dinheiros públicos, dos contribuintes, da república portuguesa. Ora, se a IL quer brincar às guerras (quem diria, tão sonsinhos e depois, vai-se ver, e tão belicosos e amiguinhos da sarrafada), das duas uma: ou recorre à iniciativa privada (esse tótem tribal dos ILusionistas deste mundo) ou a alguma forma de mecenato pessoal (ou ainda, a limite, em desespero, ao crowdfunding). Uma vez aí, devidamente estabelecidos e financiados, podem então entregar-se às patacoadas e grunhices que muito bem lhes fomentem e adubem a aleivosia. No caso do presente material em questão, no estado de pré ou semi-sucata, podem mesmo dois portentos simultâneos (e aqui irrompe cintilante, a minha ideia): custeiam a reparação (aviso já que não é barata), auxiliam na mesma com as próprias patinhas e, por fim, após instrução mínima apropriada, embarcam a bordo dos mesmos e dirigem-se, com denodo e coerência, à frente de combate. De preferência ali para os lados do Donbass. Os Russos agradecem. E nós, portugueses, embora poucos, ainda mais.
PS: Em Espanha, estão assim. Imaginem cá. E, já agora, anotem a parte mais suculenta da notícia:
segunda-feira, janeiro 30, 2023
O Papa-Star (e o Church Metal Way)
Quase que dispensa comentários. A própria expressão diz tudo. É todo um programa, um estado civilizacional... Altar-Palco. Presumo que a primeira parte do espectáculo esteja a cargo dos U2. Ou a segunda, que sei eu. Vai ser um sucesso.
Quanto às confusões e embaraços do costume, com os saques e comilanços da praxe, francamente, se já organizam o Rock in Rio com uma perna às costas, mais fácil era o Chico in Rio (até de braço ao peito). Era só entregar o evento aos profissionais do ramo. Mas assim saia barato e minguavam as comissões... Ora, nesta demopiolheira, à beira-mar desplantada, sem caga-milhões nada feito!...
Quanto ao teor do concerto, suspeito que estamos cada vez mais perto do profetizado aqui, ao vivo, pela Rádio Vulva FM, em 19 de Junho de 2005.
O Programa segue dentro de momentos
Pedimos desculpa por esta interrupção (não voluntária) da emissão. O programa segue dentro de momentos.
PS: Cortaram-me de novo o pio. Diz que foi a tempestade pretérita que se infiltrou numa das caixas de derivação de cabos. Bem, se foi a tempestade, nada a opor. As tempestades são, por natureza, santas.
terça-feira, janeiro 24, 2023
Os patrocinadores das Agências
«Como o Canibal Soros coopta os merdia e censura a crítica»
segunda-feira, janeiro 23, 2023
Mais umas pitadas de educação de ponta
- Stephen Steinlight, Outubro de 2001
E notem que não é um Stein qualquer: é um Stein Light! A intrujice e a mendácia destes gajos é obsessiva: começa logo no próprio nome.
domingo, janeiro 22, 2023
O Verdadeiro holocausto
Entretanto, no Estado de Israel parece que a educação vai de vento...em proa. Um farol para o mundo e arredores...
(...)
(...)
Imaginem - não é difícil - que qualquer outro estado, sobretudo europeu, se propõe estes mesmos princípios e desígnios. Ou seja, e sem precisar sequer de se socorrer da muleta nazi, arvora ou ensaia medidas de legítima defesa contra o "secularismo/pluralismo/humanismo". Qual é o labéu que lhe despejam logo em cima, tipo sulfato anti-praga? Anti-semita, pois. Racista, no mínimo. Fascista, a todo o vapor. E, no entanto, repito, qualquer legítima defesa digna desse nome, nem sequer é, na essência ou motivação, anti-semita, racista, ou, muito menos, fascista. Mais que uma ideologia ou projeção dela envolve uma coisa mais antiga, imperiosa e instintiva: a vontade de sobrevivência. Ou seja, o elementar apego à vida.
Resumindo, aquilo que o sionismo usa para subverter e contaminar os outros - a tal inoculação do "secularismo/pluralismo/humanismo" em doses de mata-cavalo - sendo óptima e indispensável nesses outros, é, todavia, péssima neles, os eleitos. Mas o rabi é honesto e vai direito à questão: o verdadeiro holocausto está em curso.
Seria bom que os escravos começassem a estudar melhor a educação dos senhores. Talvez aprendessem qualquer coisa.
sábado, janeiro 21, 2023
Para-comandos e para-plégicos, a trincheira não é esquisita
Afinal, segundo os últimos desenvolvimentos estratégicos no terreno, e sobretudo depois da visita relâmpago do cacique da CIA ao covil do Neo-Churchill de Calcutá 2.0 (algures num estúdio televisivo na Polónia), os Kievitas já não precisam de tanques nem de armas pesadas. Descobriram um novo método ofensivo que só não é revolucionário porque é reciclavagante e que, além de aterrador, é extremamente desmoralizabundo para o inimigo: Vão atacar à dentada. Literalmente. Brigadas de para-olímpicos, digo, para-comandos, de dentes aguçados e especialmente treinados, vão mastigar e, quiçá, regurgitar as linhas russas. Estou na reinação? Humor negro? Nem por sombras. É mesmo a única dedução possível. Senão, expliquem-me lá o que se segue:
Vêem?... Poderá não ter mãos, mas aposto que tem uma dentadura cinco estrelas. Unidades de elite, já não escapa,
sexta-feira, janeiro 20, 2023
Tirano do Ano
Agora pasmem: o nosso Vlad Putin não ganhou, destacadíssimo. Nem o Querido Líder da Coreia de Cima, sentem-se. Nem o Grande Timoneiro da China Má", escancarem a boca. Nem o Maduro venezuelano, engasguem-se. Nem o Presidente Assad da Síria, revirem os olhos. Nem nenhuma daqueles Super Sobas lá das Áfricas, estremeçam. O Abominável do Irão? esqueçam. E também o Príncipe Saudita, o da Nicarágua e até a Junta Birmanesa.
O vencedor, imaginem, é o Presidente Eleito do México. Tentem não cair de cu. Que justeza ou coerência há nisto? Tanta quanto eleger o palhaço da Ucrânia como a Epítome da Democracia, em cumulação com Churchill Ressuscitado + upgrade 2.0 - a coca em vez de álcool, o borderline em vez do bipolar. Na realidade, a justeza não é nem nunca foi para aqui chamada. Muito menos a justica. É sempre a mesma e velha questão: e estrita e estreita - para não dizer grunha - conveniência. Basta atentar na lista dos patrocinadores da mimosa ONG britânica: o Departamento de Estado Americano à cabeça. Os Koch brothers logo a seguir. E o Canibal Soros lá pelo meio. Enfim, a elitose globotreta e plutochunga do costume.
Uma coisa é certa: os anglos odeiam o homem. Não faço a mais pequena ideia, à parte o circo da droga (onde a CIA anda metida até aos cabelos), do que raio se passa por aquelas bandas. Que pecados terá perpetrado contra o oxidente para motivar uma tal azia e acrimónia. Mas fico plenamente convicto que não faltará muito para o desgraçado aparecer abatido num qualquer telejornal aqui perto.
PS: A ver se me documento sobre este assunto. Parece prometedor.
PS2: Acabo de descobrir que o "tirano do ano" é "left wing", mas disse uma com piada:
«Mexico’s President AMLO demands freedom for Julian Assange, ‘prisoner of conscience’ and ‘best journalist of our time’»
Adeuzinho, ó Cara-de-cavalo!
A delegada do WEF na curadoria Neo-Zelandeza acaba de abandonar o cargo. Jacinda - mais conhecida por Cara-de-cavalo - Ardern foi gozar os rendimentos.
Quem ficou devastado foi o povo lá das ilhas. Pela acção desgovernativa da ora demissionária, como é fácil de calcular. Porque quanto à disposição sentimental parece que foi como se segue:
Eles comemoram e eu também!...
quinta-feira, janeiro 19, 2023
Tanques very much
"Tanques devem ser entregues" à Ucrânia, defende Charles Michel"
«Zelensky diz que Portugal está disponível para enviar tanques à Ucrânia»
Graças às suas enormes reservas estratégicas, que datam ainda dos anos 60, Portugália/o/lhes, já está a cumprir a sua parte. O nosso ministro cadáver ambulante ordenou mesmo o envio, com carácter de urgência, de várias brigadas do tanque Xuxaimite MK1:
E também algumas unidades substancialmente actualizadas - com upgrade ao nível do software e sistemas de aquisição de alvo - do Xupagrana MK2, mais conhecido como TGF TDI (Terror geminado das feministas & transexuais direct injection):



