terça-feira, agosto 26, 2008

Asnomancia e vaselina



É verdade, leitores: é F. Nietzsche, o autor em questão. Na Genealogia da Moral.

Mas antes de referir o maravilhoso prémio a que os felizes contemplados têm direito, permitam que desfrute um pouco mais duma certa fauna de arribação, decerto evadida duma qualquer Etar transbordante, que por aqui deu à costa.

Começou por nos proclamar a alimária, às 9.11 da semana passada:
«Eu pus aqui só para confrontar a opinião de um grande filósofo com a opinião do(s) o(s) merda(s)que promove(m) e merdifica(m) este blog, haja vista outros posts racistas. Outra, aprenda mais o português antes de vir escrever asneiras.»
O "grande filósofo" era Nietzsche, e a passagem era retirada do "Humano, demasiado Humano".
Limitei-me a responder confrontando este pára-quedista herbívoro com a opinião do mesmo "grande filósofo" numa outra obra sua, a "Genealogia da Moral" (se bem que uma das citações também possa ser encontrada no "Para além do bem e do mal"). Como, de resto, podia ter citado, em barda, passagens do "Anticristo", da "Vontade de Poder", ou até, imagine-se, da "Gaia Ciência". Sendo que nos primeiros, quase se poderia citar capítulos inteiros.
Resposta da criatura ungulada, hoje, às 1.53 AM:
Portanto, meus amigos, e sintetizando, é duvidoso que a "Genealogia da Moral" tenha sido escrita por Nietzsche, embora seja anterior ao "Humano demasiado Humano", e tudo isso, ainda segundo o depoimento erudito deste dromedário arguto, sirva como prova demonstrativa duma benigna evolução no pensamento do filósofo alemão que, entretanto, genuflictamos irmãos, terá procedido a uma auto-revisão, dispensando assim, desse modo intrépido, ulteriores recursos a garagistas, mecânicos e outros gabirus. Não é que eu não ache este conceito de "auto-revisionismo" fascinante, mas sendo sabido que o "Humano demasiado Humano" é de 1878 (confirmado pelo próprio Nietzsche, no Ecce Homo : "assim, se compreende a publicação deste meu livro em 1878, ano do centenário da morte de Voltaire"), e a "Genealogia da moral" de 1887, fica um bocado difícil compreender esses dois prodígios que calculo simultâneos e que o trisonte (bisonte peca por escasso) nos prega: a evolução e a auto-revisão. Ou então se houve evolução e auto-revisão, como o mesmo e ululante proboscídeo preclaríssimo advoga, terá sido precisamente no sentido contrário aos seus peculiares bordados e crochés.
Não obstante, tem a bonomia de informar-nos, ainda à 1.53 de hoje, que "na internet e bibliotecas, o que não faltam são artigos sobre o equívoco recorrente de se associar anti-semitismo com as idéias de Nietzsche". Bem, deve ser um equívoco quase tão recorrente como o desembestarem aqui cavalgaduras mirabolantes, em altas babas e zurros, a quererem à viva força aviar as minhas com idêntica receita; e, certamente, um equívoco menos descabelado do que querer alistá-lo em filo-judiarias de sabujo beija-cu ou beato louvadinheiros. A ele, Nietzsche, ou a mim, César Augusto Dragão.
Mas, pelas 4.48, finalmente, tudo se esclarece e desnubila. Da diatribe cavalar, o nosso visitante passa à epístola confessional. Compungido, começa por relatar-nos:
«A língua portuguesa não é meu idioma de berço». Tocante mas descessário, este prelúdio, ó inenarrável solípede. Desde as primeiras sonoridades e guturedos que o adivinháramos. Demais, quando berço subentende estábulo, a língua portuguesa apresenta algumas -direi até imensas - limitações. Pela sua complexidade, não é de todo o veículo comunicacional mais adequado. No vertente caso, julgo mesmo que só a linguagem gestual reforçada dum bom cacete lograria alguma eficácia. Tudo isto levado a cabo, no mínimo, pelo braço vigoroso dum ferrador-exorcista.
Mas não desanimemos. Vem depois coisa mais polposa:
Acredite, caro asnobode, também eu dou graças ao Altíssimo por nos ter poupado a essa lastimável eventualidade. Jumentos, cretinos e pacóvios lambe-geocricas já por cá temos em sobreabundância. E só o desprazer que me daria sabê-lo meu compatriota!... Deus obrou assim uma benfeitoria em dobro: a si poupou-o ao azar, a nós a mais uma biocalamidade. E que a língua portuguesa para si seja insignificante só reforça a minha tese anterior. O que, de resto, a traumatizada alimária só recrudesce e refina na seguinte, quando reconhece:
Realmente, ter cocheiro como professor de línguas, chicote como coadjutor de gramática e carroça como carteira é capaz de não ser a mais idílica e estimulante das escolas.
É claro que o emprego faz o mongo e a mula nas horas livres vira papagaio, declamando aos incautos as lições e o vocabulário colhidos no coiro durante as viagens. Termina, pois, a besta, com uma mostra cabal desses flagícios:
«Portugal é cu da Europa...», bla-bla-bla e coiso e tal.
Não me alongarei sobre assunto tão aromático. O grande Almada chamou-lhe retrete, que é pior que ser cu, pois é onde o cu senta e onde o dono-do-cu caga. Ser pois cu não deslustra tanto como ser a merda que esse dito cujo expele, ou sórdido troninho para a fétida função. Nestas matérias e ginásticas, do mal o menos: antes produtor que produto ou recipiente. Donde que ser "cu da Europa" sempre será infinitamente mais elevado e meritório que ser a bosta cagada, fedida, fermentada e exorbitanada que essa Europa cagou vai para séculos e agora chamam América, ou ser esse híbrido mimoso de cotão e bolinha de merda ressequida e catrafilada num pintelho do Cu da América, que pomposamente se pretende fazer passar por umbigo do Globo, e que traficam, mixordeiam e embalam por Israel. Israel a martelo, se tanto.
É claro que se o primeiro epifenómeno não abona da sanidade das entranhas europeias, o segundo abona ainda menos da sua higiene. Uma Europa que não segura a tripa e uma Europa que não se lava resulta neste planeta convertido, ele sim, em pocilga a boiar no espaço. Mas uma coisa são os maus vícios e péssimos hábitos da Europa, outra, totalmente diversa, a anodisseia a céu aberto dos seus excrementos, imundícies e respectiva fauna simbiótica.
Fica-nos, ainda assim, uma certeza: se à América a cagou, por via de monumental diarreia, a Europa, a este quadrúpede nauseabundo, por via de visceral lucidez e parto justo, golfou-o decerto no mundo o orifício anal da mãezinha!
Falta apenas falar da cereja no topo do monturo:
Agradecemos a gentileza da notificação. Mas não carecia, em absoluto... De tal modo é evidente. Gritante até. Guinchante, melhor dizendo. Uma ligação estreita que, com uso, dedicação e muita vaselina, tratará seguramente de alargar. É intercâmbio, ninguém questiona, para toda uma carreira briosa de suinotauro vigilante.




PS: Quanto ao prémio dos felizes contemplados... Querem receber em gajas, em cerveja ou em cruzeiros no Mediterrâneo?...

13 comentários:

E. Lazarus disse...

Caro Dragão,

Não sou especialista no assunto, mas entendo que Nietzsche criticava não especificamente os judeus e sim o judaísmo (a religião), assim como fez críticas severas ao cristianismo. Ele sustentava que o judaísmo deu início a uma inversão dos valores aristocráticos, criando uma moral escrava, logo depois herdada e assumida pelo cristianismo.

Se o desprezo dele se estende tanto ao judaísmo como ao cristianismo, também que não estimaria bem os portugueses católicos assim como os Nazi, que se diziam cristãos. Na verdade, ele se insurgiu não só contra a religião como contra toda cultura ocidental.

De qualquer modo, estais a tergiversar e teus comentários não respondem à indagação do Anti acerca da superioridade judaica sobre os anti-semitas portugueses, nem explicam o porquê deste ódio aos judeus.

O que um débil filósofo alemão escreveu - conhecida a sua saúde frágil, muito provável que não estivesse em sã consciência quando escreveu seus livros- não ofusca o genialidade dos judeus, demonstrada aos longos dos séculos, nas ciências e filosofia. Ao revés, a sabedoria dos gênios judeus deslumbra a triste existência daquele escritor.

Por outro lado, fico indignada com a crítica feita de modo generalizado pelo Anti aos portugueses. Deixo aqui três nomes célebres de portugues judeus ou de ascendência judaica: Fernando Pessoa, Camilo Castelo Branco e Baruch de Espinoza. O que seria dos portugueses sem os judeus?

Leopold Bloom disse...

É com aprazível deleite que tenho assistido, na surdina, à violenta torção e comichão que açoita a cloaca onde reside o dragoverme. Parece haver aqui uma tentativa, encetada pelo tal de "antilombricóide", de higienização da vertente escatológica gruta, mas que creio ser impossível.

O habitante lombricóide deste orifício retal quer, a todo custo, numa verborreica e diarreica crise anal, desfocar a questão da superioridade dos judeus sobre os lusitanos anti-setimitas. Improficuamente.

Insta-se, pois, este helminto a retorquir, no sentido de demonstrar alguma vantagem na sua vérminas condição de lusitano anti-semita, o seguinte trecho extraído dos comentários do "antiverme":

"Com um pouco mais de meio século de existência, Israel conseguiu se tornar melhor que Portumerda em todos os aspectos. Aliás, os judeus são melhores do que os portugueses em todos os aspectos. Bem sucedidos financeiramente, gênios nas ciências (por exemplo, Einstein e Bohr, só para ficar na física), enfim. Além do Saramago, qual foi o outro português a ganhar algum prêmio Nobel ou ter alguma relevância para a ciência e para a humanidade? Agora, comparecem-se aos judeus. Nem preciso descer a detalhes. Quantos célebres judeus já não foram agraciados com esse prêmio; há quantos gênios judeus em todos os países, em toda sorte de estudos, como física, química, medicina, direito, literatura etc? Isso porque não passam de 0,2% da população mundial."

Ah, veio a tempo a explanação de "e.lazarus", do que aproveito para recordar o dragobosta que até muitos portugueses notáveis são de ascendência judaica ou eram judeus.

Ruy disse...

O que há mais por aí é pessoal a ler Nietzsche, não é preciso ser aristocrata para isso. Olhe, cá por mim posso ser pago com uma grade de minis e alguns tremoços. agradecido.

Antidragomerdascópio disse...

Que otário, trouxa!!! A toupeira ainda se deu o enfado de escrever “trocentos” parágrafos para...nada. Não li, não é necessário. Como cediço, a obra de Nietzsche foi, em parte, adulterada pela sua irmã nazi-simpatizante Elisabeth Förster-Nietzsche, tanto no que tange à data de realização e publicação dos escritos, quanto no conteúdo de alguns deles.

Sem mais, vermizela.

Anónimo disse...

Pensando com os meus botões
Será que a superioridade racial que estão aqui a apregoar, não pode gerar sentimentos negativos?
As sociedades degradam-se, indirectamente, parece-me que querem responsabilizar os judeus por isso. Gostaria era de saber onde e como, cabe depois aqui o anti-semitismo (mesmo sendo o termo mal empregue)?
Será que esta genialidade e superioridade judaica, são só no bom sentido?

Dr.Agnóstico disse...

Lamento estragar a "festa" mas:

"Antes direi no ouvido dos psicólogos, supondo que desejem algum dia estudar de perto o ressentimento: hoje esta planta floresce do modo mais esplêndido entre os anarquistas e anti-semitas, aliás onde sempre floresceu, na sombra, como a violeta, embora com outro cheiro."

"... tampouco me agradam esses novos especuladores em idealismo, os anti-semitas, que hoje reviram os olhos de modo cristão-ariano-homem-de-bem, e, através do abuso exasperante do mais barato meio de agitação, a afetação moral, buscam incitar o gado de chifres que há no povo..."

Friedrich Wilhelm Nietzsche, in Genealogia da Moral

"Com esta carta respondo ao senhor três assuntos tratados na sua correspondência, obrigado pela confiança com que me permite passar a vista pela confusão de princípios que situam-se no coração deste estranho movimento. Todavia eu peço, no futuro, que não me envie mais estas cartas [anti-semitas]: eu receio, afinal, pela minha paciência. Acredite-me: este abominável "querer dizer" de barulho diletante acerca do valor de pessoas e raças, esta sujeição à "autoridades" que são completamente rejeitadas com frio desprezo por qualquer mente sensível ( tal como E. Dühring, R. Wagner, Ebrard, Wahrmund, P. de Lagarde - quem dentre esses é mais qualificado, mais injusto, em questões de história e moralidade) estas falsificações permanentes e absurdas,estas racionalizações de conceitos vagos como "germânico", "semita", "ariano", "cristão","alemão" - tudo isso pode acabar por me fazer perder a moderação e me fazer sair da irônica benevolência com a qual até aqui tenho observado as virtuosas veleidades e farisaísmos dos alemães modernos.

- E, por último, o que você acha que eu sinto quando o nome de Zaratustra sai da boca de anti-semitas?...

Humildemente, seu Dr. Fr. Nietzsche "

"Neste meio tempo eu vi a prova, preto no branco, de que o Förster ainda não cortou suas ligações com o movimento anti-semita. Desde então tenho dificuldade em manter o carinho e proteção que sempre nutri em relação a você. [...] A nossa separação é aqui decidida da maneira mais absurda. Você não compreendeu nada da razão pela qual estou no mundo? Isto foi tão longe que agora preciso me defender da cabeça aos pés das pessoas que me confundem com essa canalha anti-semita; depois que minha própria irmã, minha ex-irmã, e depois que Widemann deu impulso para essa confusão, a mais medonha de todas. Depois que li o nome de Zaratustra na correspondência desses anti-semitas, minha contenção chegou ao fim. Estou agora na posição de urgente defesa contra o partido do seu esposo. Estas malditas deformações anti-semitas não devem manchar meu ideal!"

"Natal de 1887, carta a Elisabeth Förster-Nietzsche

[...] Você cometeu uma das maiores estupidezes - para si mesma e para mim! Sua associação com um líder anti-semita expressa um desconhecimento de todo o modo de vida que me preenche agora e sempre com ira e melancolia[...] É uma questão de honra para mim ser absolutamente isentado de toda associação com o anti-semitismo, isto é, me contrapondo a ele, como tenho feito nos meus escritos. Eu recentemente fui perseguido com cartas e prospectos anti-semitas. Minha repulsa em relação a este partido (que gostaria muito bem de se beneficiar de meu nome!) é tão declarada quanto possível, mas a relação com Förster, como o efeito colateral de meu antigo editor, este Schmeitzner anti-semita, sempre traz de volta aos sectários deste desagradável partido a idéia de que eu pertenço a eles, afinal. [...] Isto estimula uma desconfiança contra o meu caráter, como se publicamente eu condenasse algo que privadamente endosasse. Como não posso fazer nada em relação a isso, e o nome de Zaratustra tem sido muito usado na correspondência dos anti-semitas, quase fiquei doente várias vezes."


Há ainda mais reflexões interessantes como:

"Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. Diante de tanta sujeira, tal atitude é necessária."

"Em qualquer lugar onde encontro uma criatura viva, encontro desejo de poder."

"A fé é querer ignorar tudo aquilo que é verdade."

"O cristianismo foi, até o momento, a maior desgraça da humanidade, por ter desprezado o Corpo."

"Wagner condescende a tudo que desprezo, até o anti-semitismo".

"A democracia é a forma histórica de decadência do Estado"

Ide em paz

Anónimo disse...

"A democracia é a forma histórica de decadência do Estado"

Porra!
estava a ver que não lia nada de jeito.

Ó Dragão, conheces aquele "americano" gordo, peludo e de bigode que era actor pornográfico? Não me lembro do nome mas parece que lhe cortaram a pele da pixxxa em pequenino!
Será que já estavam a prever o futuro do miudo(s) - Nascido para foder!

Legionário

Leopold Bloom disse...

Se alguém, após ler o comentário posto, gentilmente, pelo Dr. Agnóstico, ainda teimar em achar (e não pensar) que Nietzsche era anti-semita, então disconfie da própria acuidade ou capacidade mental!

josé disse...

O imitador de levita, gentio por opção, acha que o povo eleito é uma raça superior.

Dito assim- que foi o que o imitador disse- é fantástico: pretenderá dar razão aos que queriam acabar com a putativa ascendência hereditária?

Por outro lado, é apenas patético: o levita, por cá e por esse mundo fora:
na Europa, o sítio maior onde pode rezar, no seio da sua crença,( em Budapeste) tem a dimensão de uma nave de uma qualquer catedral portuguesa. Para não falar das espanholas.

Ao longo de mais séculos que os daqueles que considera inferiores, não foram capazes de fazer melhor do que aquilo que aponta...em termos filosóficos, civilizacionais.

Uma coisa porém, foram capazes de fazer: um sistema bancário de usura, de roubo.

Nisso, são peritos.

Anónimo disse...

Sr leopold bloom
Ainda temos outra opção
Nietzsche and the Jews: Exaltation and Denigration
de Siegfried Mandel
Será que Nietzsche oscilava entre um extremo e o outro?

Leopold Bloom disse...

Acredito que não. A depreciação feita por ele não consiste em uma crítica de cunho racialista (não quer abrangir todo um grupo étnico), como a da idelogia nazi. Quando ele usa os termos "judeus" e "cristãos", está a se referir ao aspecto religioso e cultural, ou melhor, consiste em uma crítica pertinente à moral judaico-cristã. Interpretar de outra forma seria demais incoerente, não?

Nas cartas citadas, ele não nega esse jaez, mas é incisivo em censurar a associação vulgar de suas idéias com anti-semitismo.

Anónimo disse...

"...
Uma coisa porém, foram capazes de fazer: um sistema bancário de usura, de roubo.

Nisso, são peritos.
"

Ora exactamente, nem mais, nem menos!
Devo ainda acrescentar que nunca se limitou ao sistema bancário.
Um exemplo é o do tal einstein, que quase tudo o que lhe é atribuido afinal vai-se a ver e não era quase nada dele...

Quem nunca lidou com este tipo de gente de facto não sabe o que diz, a isto chama-se ignorância.

Caro srs. filo-judeus, preparem a vaselina pois ainda vão necessitar dela (e começem também a treinar a elasticidade de certos orifícios). Não, de facto ainda há mais uma classe de defensores dos "eleitos": aqueles "cristãos" e outros que nunca tendo sido judeus em público, sempre o foram em privado ( os chamados "mais-ranhos").

Quanto ao nosso mais do que óbvio Fredi N., não era estúpido e por isso não era decididamente filo-judeu.

Saudações (também aos "mais-ranhos", de tão "cultos" que são até merecem),

A.H.

Santos Silva(SS) disse...

Pois.Nietzsche tambem foi omisso relativamente ao cheiro característico que os judeus exalam e a uma vértebra suplementar,a seguir ao cóccix,que certos exemplares mais primitivos( puros)apresentam.