domingo, julho 03, 2016

As 4 Harpias do Apocalipse



O mundo mal pode esperar!... Caso a Killary Clinton - aka Átila The Hen (ou Átila The Hyena) - ganhe as presidenciais  americoisas, todos ficaremos na dúvida: os Estados Unidos passarão a ter um governo ou um permanente Sabath? Uma coisa é certa, o orçamento de estado lá do sítio poupará uma maquia apreciável só em bilhetes (e combustíveis) de avião: estas harpias dispensarão, seguramente, aeronaves modernas. O Air Force One, por exemplo, dará lugar ao Hill force One (aka Broom Force One)...
´



Um veículo todo ele, reconheça-se, muito mais amigo do ambiente e combatente do aquecimento global. E os cogumelos atómicos?... Ora, ora, não sejam picuinhas!...

8 comentários:

prolar disse...

Por falar nos EUA, e porque amanhã é Dia da Independência por lá, relembrando os seus "deístas" Pais Fundadores, calha bem um interlúdio maçónico (o Rito Escocês é facultatitvo):

It was not part of their blood,
It came to them very late,
With long arrears to make good,
When the Saxon began to hate.

They were not easily moved,
They were icy -- willing to wait
Till every count should be proved,
Ere the Saxon began to hate.

Their voices were even and low.
Their eyes were level and straight.
There was neither sign nor show
When the Saxon began to hate.

It was not preached to the crowd.
It was not taught by the state.
No man spoke it aloud
When the Saxon began to hate.

It was not suddently bred.
It will not swiftly abate.
Through the chilled years ahead,
When Time shall count from the date
That the Saxon began to hate.


E a ver se o caro Dragão dá uma gargalhada bem disposta:

Donald Trump Tweets Blatantly Anti-Semitic Post About Hillary Clinton

http://forward.com/news/breaking-news/344173/donald-trump-tweets-then-deletes-blatantly-anti-semitic-post-about-hillary/

Vivendi disse...

Melhor que a destruição da UE ( ainda antes de esta acabar em uma federação) era a implosão da federação dos EUA.

João José Horta Nobre disse...

«Melhor que a destruição da UE ( ainda antes de esta acabar em uma federação) era a implosão da federação dos EUA.»

Exactamente! E depois ía ser melhor viver num Mundo dominado por uma super-potência como a China maoísta...

muja disse...

Sim, porque os neo-cons que mandam lá nos USA nem são (no mínimo) trotskistas nem nada...

Ao menos os chinos já cá andam há muito tempo...

;-) disse...

Ahahah!
Excelente post....daqueles para "emoldurar" ....isto para quem perceba bem linhas e "entrelinhas" mas......há sempre um MAS...... se aquele cavalheiro que gasta em laca (pelo que se vê) por dia o rendimento médio mensal de um alemão for Presidente dos US of A (nem de propósito, comemora-se por lá hoje os 240 anos da Declaração de Independência com George Washington à frente) não sei não e não sei se irá gorar muitas expectativas, das mais diversas. Porquê?!
A razão é simples: é um milionário americano. Milionário! Americano! Americano e milionário e, pasme-se, "presidenciável"!
(se for preciso faço um desenho)
:-)

Boa tarde e oremos!

Anónimo disse...

««Melhor que a destruição da UE ( ainda antes de esta acabar em uma federação) era a implosão da federação dos EUA.»

Exactamente! E depois ía ser melhor viver num Mundo dominado por uma super-potência como a China maoísta...»

A Europa das nações mandou até às duas guerras.

Ricciardi disse...

Ken Siverstein foi o fundador do Jornaleco counterpunch onde o dragão se inspira. Até gosto dalgumas ideias do rapaz, confesso.
.
Rb

Vivendi disse...

http://www.zerohedge.com/news/2016-07-08/how-george-soros-singlehandedly-created-european-refugee-crisis-and-why

Best Friends with the Clintons
Soros’s relationship with the Clintons goes back to 1993, around the time when OSF was founded. They have become close friends, and their enduring relationship goes well beyond donor status.

According to the book, The Shadow Party, by Horowitz and Poe, at a 2004 “Take Back America” conference where Soros was speaking, the former first lady introduced him saying, “[W]e need people like George Soros, who is fearless and willing to step up when it counts.”

Soros began supporting Hillary Clinton’s current presidential run in 2013, taking a senior role in the “Ready for Hillary” group. Since then, Soros has donated over $15 million to pro-Clinton groups and Super PACs.

More recently, Soros has given more than $33 million to the Black Lives Matter group, which has been involved in outbreaks of social unrest in Ferguson, Missouri, and Baltimore, Maryland, in 2015. Both of these incidents contributed to a worsening of race relations across America.

The same group heavily criticized Democratic contender Bernie Sanders for his alleged track record of supporting racial inequality, helping to undercut him as a competitive threat with one of Hillary Clinton’s most ardent constituencies.

This, of course, greatly enhances the clout Soros wields through the groups mentioned above. It is safe to assume that he is now able to drive Democratic policy, especially in an administration headed by Hillary Clinton.

Simply, what Soros wants, he gets. And it’s clear from his history that he wants to smudge away national borders and create the sort of globalist nightmare represented by the European Union.

In recent years, Soros has turned his attention back to Europe. Is it a coincidence that the continent is currently in economic and social disarray?