Domingo, Janeiro 31, 2010
Da desfaçatez parasitante
Publicada por dragão em 1/31/2010 03:15:00 PM |
Sábado, Janeiro 30, 2010
Iahvé visto por Homero
- in Odisseia, Rap IX
Afinal, o Mono era Poli. Femo.
Publicada por dragão em 1/30/2010 05:31:00 PM |
Do Macaco de Sótão ao Macaco de Laboratório
Pelo que, bem vistas as coisas, o upgrade só não é um downgrade porque o nada não tem degraus. Impossível determinar escalas na nulidade. O que disto tudo resulta, deixo ao critério e à inteligência (ou penúria dela) do leitor.
Publicada por dragão em 1/30/2010 12:46:00 PM |
Sexta-feira, Janeiro 29, 2010
O Triunfo do postiço
Acontece que não sou democrático. Não gosto de democracias. Burguesas, populares, representativas, representadeiras, liberais, chamem-lhe o que quiserem: repugnam-me. Mas não as deprecio porque, em contrapartida, aprecie tiranias ou despotismos descabelados. Desprezo-as, precisamente porque desprezo despotismos exacerbados e, de todos eles, não há nenhum mais vil, absolutista e opressor do que o da mentira. E da sua primogénita mimada: a mediocridade.
Publicada por dragão em 1/29/2010 09:35:00 AM |
Quinta-feira, Janeiro 28, 2010
Traídos pelo défice (ou pelo Castelo do Queijo)
Publicada por dragão em 1/28/2010 10:14:00 PM |
Abaixo de cão
Se fosse hoje, por mim, remodelava-o:
"Estás dois abaixo de cão e três acima de polícia. O que significa que se não és poeta, pareces."
Publicada por dragão em 1/28/2010 08:35:00 PM |
Quarta-feira, Janeiro 27, 2010
Deveras ou devaras
Da mesma forma, para que houvesse justiça no país era essencial, antes do mais, que existisse, na realidade, um país. Ora, é bem patente que não existe. O que abunda é a desagregação, metódica, obsessiva e sistemática, dum país. O que campeia e reverdeja é uma multiplicação desenfreada de egos, ruídos, micróbios descomunais e aparelhos digestivos. Com a agravante de toda esta mixórdia enxamear em regime de absoluto despotismo, durante o dia, e de tribalismo vermicular, durante a noite.
Mas porque desaparece o país? Tal qual a função faz o órgão, faz a gente o país. Em faltando aquela, mirra este. Sumindo-se os homens, devém estéril a justiça. Ora, ao ritmo com que isto marcha, o caso é que, no balanço actual demográfico, entre bácoros e humanos, não patinam apenas estes em franca minoria: já estiveram mais longe da extinção.
Publicada por dragão em 1/27/2010 09:58:00 PM |
No país das Papoilas Saltitantes
Ai, ai: agora é que eu lhes fui mesmo à vaca sagrada!
Publicada por dragão em 1/27/2010 11:39:00 AM |
Terça-feira, Janeiro 26, 2010
Pessoa corrigido

Pois grande será a poesia, a bondade e as danças...
- pelo menos nos breves intervalos das matanças.
Grande o mar, o sol e a efemeridade dos prazeres;
mas o melhor do mundo, mesmo, são as mulheres.
-Sem elas é que, de todo, não haveria crianças.
Publicada por dragão em 1/26/2010 10:15:00 PM |
Sábado, Janeiro 02, 2010
Silêncio
Publicada por dragão em 1/02/2010 03:44:00 PM |




